Que venham abençoados os dias de dezembro.
Amém e amém.
SÓ PODE MATUTAR QUEM É MATUTO - SÓ É MATUTO QUEM SABE QUE NADA SABE - SÓ MATUTA - SOMENTE QUEM PENSA QUE SABE - SABE O QUE É UM MATUTO - MAS O QUE O MATUTO DE FATO NÃO SABE - É QUE QUEM PENSA QUE SABE O QUE É UM MATUTO - NADA SABE - PENSANDO SABER TUDO.
terça-feira, 30 de novembro de 2010
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Um presente
Qualidade ruim, mas vale o registro.
A emoção de ver/ouvir a homenagem de Sir Paul
ao seu amigo George, diz tudo.
Adicionado em 26/11/2010
http://www.youtube.com/watch?v=PtBpI3bPD5Y
FELIZ ANIVERSÁRIO!!!
Bjs.
A emoção de ver/ouvir a homenagem de Sir Paul
ao seu amigo George, diz tudo.
Adicionado em 26/11/2010
http://www.youtube.com/watch?v=PtBpI3bPD5Y
FELIZ ANIVERSÁRIO!!!
Bjs.
Aniversário
Obrigada, meu Senhor, por mais um ano de vida;
pelo que passou e pelo que, por Tua misericórdia, hoje se inicia.
Obrigada pela graça de partilhar este dia com a mãe que
me trouxe à vida, e com o filho que por Tua divina vontade
tive o privilégio de dar à luz, enriquecendo meu viver.
Que vivamos para louvar e glorificar o Teu santo Nome.
Amém!
http://www.youtube.com/watch?v=nwPTQx_9MRE
pelo que passou e pelo que, por Tua misericórdia, hoje se inicia.
Obrigada pela graça de partilhar este dia com a mãe que
me trouxe à vida, e com o filho que por Tua divina vontade
tive o privilégio de dar à luz, enriquecendo meu viver.
Que vivamos para louvar e glorificar o Teu santo Nome.
Amém!
http://www.youtube.com/watch?v=nwPTQx_9MRE
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
S.Paul in S.Paulo
domingo, 21 de novembro de 2010
Ainda algumas palavras sobre a palavra
Ando perseguida por palavras.
Outro dia fui assaltada por várias delas
Que me tomaram pela mão
Levando-me para casa com receio
Que eu perdesse a inspiraçao.
Mas conheço bem essas palavras
E muitas nem merecem atenção
Pois se jogo com elas
Comigo elas também jogarão.
Assim, a abençoada dádiva da palavra
Pode tornar-se palavrinha ou palavrão
Mas não é essa minha intenção
O que quero é que ela seja semente.
Tão somente carregue em si
A força da comunhão
Do espírito e da ação
Podendo assim ser em mim
Instrumento de santificaçao.
Outro dia fui assaltada por várias delas
Que me tomaram pela mão
Levando-me para casa com receio
Que eu perdesse a inspiraçao.
Mas conheço bem essas palavras
E muitas nem merecem atenção
Pois se jogo com elas
Comigo elas também jogarão.
Assim, a abençoada dádiva da palavra
Pode tornar-se palavrinha ou palavrão
Mas não é essa minha intenção
O que quero é que ela seja semente.
Tão somente carregue em si
A força da comunhão
Do espírito e da ação
Podendo assim ser em mim
Instrumento de santificaçao.
A língua da palavra
Somente quando a palavra
É prá lavra - é sêmen,
Ela pode até ser dura;
Mas se torna semeadura.
É prá lavra - é sêmen,
Ela pode até ser dura;
Mas se torna semeadura.
Museu da língua portuguesa III
Só se pode viver perto de outro,
e conhecer outra pessoa, sem perigo de ódio,
se a gente tem amor.
Qualquer amor já é um pouquinho de saúde,
um descanso na loucura.
(João Guimarães Rosa)
e conhecer outra pessoa, sem perigo de ódio,
se a gente tem amor.
Qualquer amor já é um pouquinho de saúde,
um descanso na loucura.
(João Guimarães Rosa)
Museu da língua portuguesa II
Muitas palavras cabem em muitas bocas,
mas poucas palavras cabem em muitos corações.
mas poucas palavras cabem em muitos corações.
Museu da língua portuguesa - SP
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Desculpe Marina mas estou de mal...
" ....Essas eleições merecem leituras criteriosas e profundas, não meras justificativas partidárias. É preciso reconhecer a exaustão do sistema político e a crise no campo social-democrata que acabou servindo, tanto do lado do PT quanto do PSDB, de biombo para a sobrevida política de velhas oligarquias. A campanha do Partido Verde causou perplexidade porque saiu do roteiro previsível e se legitimou de tal forma que exigiu respostas e sinalizações das demais campanhas. Que isso não seja considerado mero acidente de percurso, que não se pense que é modismo, porque não é..." (trecho do artigo 'Velado e revelado' postado no Pavablog )
Deus sabe do carinho e da esperança que tive, ou tenho, em Marina; mas seu silencio neutralizador do segundo turno não combinou com a transparencia e ousadia do primeiro. A neutralidade declarada já seria uma opçao. Até o voto nulo, uma contribuição. Mas o silencio, não. Não nesse caso, em que o momento descrito acima poderia ter sido mais exposto com sua (Marina) própria exposiçao, e não de resguardo para uma próxima eleição.
Gosto muito da frase de um antigo compositor que, depois de conhecer a fama e estar doente e morando num asilo, comenta com o repórter sua situaçao: 'Deus sabe o que faz e eu não sei o que quero'. (qualquer dia lembro, e digo, o nome dele)
Deus sabe do carinho e da esperança que tive, ou tenho, em Marina; mas seu silencio neutralizador do segundo turno não combinou com a transparencia e ousadia do primeiro. A neutralidade declarada já seria uma opçao. Até o voto nulo, uma contribuição. Mas o silencio, não. Não nesse caso, em que o momento descrito acima poderia ter sido mais exposto com sua (Marina) própria exposiçao, e não de resguardo para uma próxima eleição.
Gosto muito da frase de um antigo compositor que, depois de conhecer a fama e estar doente e morando num asilo, comenta com o repórter sua situaçao: 'Deus sabe o que faz e eu não sei o que quero'. (qualquer dia lembro, e digo, o nome dele)
domingo, 7 de novembro de 2010
sábado, 6 de novembro de 2010
Eleições 2010 - parte 2
Como quem ainda está arrumando a casa depois de uma festa prolongada que causou muita bagunça, estou eu ainda a matutar sobre o processo eleitoral pelo qual passamos. Não é obviamente uma reflexão com alguma relevância para além de minha 'politica interna', ou talvez, para alguns que como eu professam o caminho da fé e se sentiram tbém envolvidos 'além da conta' com os fatos em questão, desviando-nos do foco que elegemos como importante para nós. Definitivamente, isso não é uma coisa difícil de acontecer, afinal, no mundo, tudo é distração: ideologia, cooptação, manipulação de como ser, como viver, o que ter, o que comprar, o que desejar, em quem votar ... e por aí vai. O bombardeio é constante sobre nós, e assim, quase sem percebermos ficamos enredados no mesmo processo que todos, esquecendo-nos de nossa escolha e de nossa essencial missão, que é representar aquilo que escolhemos; e aquilo que escolhemos é o que chamamos 'ser sal da terra', ser filhos que honrem o Pai que têm e que obedeçam aos mandamentos do eterno Eleito de nossos corações. Isso deve fazer toda a diferença em todo e qualquer processo que venhamos a vivenciar, mas, infelizmente não foi isso que vi, não foi isso que vivi no decorrer dessa campanha eleitoral; muito pelo contrário, nos tornamos as emoçoes que emanaram dessa disputa. Criamos vínculos e antipatias com pessoas vinculadas às nossas escolhas políticas e passamos a ansiar pela vitória de nossos escolhidos como se tivéssemos que eleger o 'salvador da pátria'. Vivenciamos uma guerrinha limpa e educada mas que sutilmente entranhava em nós o desdém, o desejo de eliminar e de impedir a vitória do outro. É normal, afinal é a tal da democracia e seu processo democrático em funcionamento...blá,blá.
Mas não, não é normal e não deve ser assim, pelo menos não dentro de nós, pois, como nos diz Paulo 'não vos conformeis com este século'. Por isso, estar no mundo sem que o 'mundo' esteja em nós, me parece ser o maior desafio de quem se candidata a ser discípulo de Jesus. Quando vislumbrei a possibilidade de elegermos Marina Silva, fiquei realmente feliz em poder participar de um processo onde meu voto (geralmente nulo) seria um voto de ousadia na fraqueza e de uma bela e louca aventura no universo da fé, por mais infantil que pudesse parecer ante olhares mais pragmáticos. Eu diria que até esse momento ainda havia, ao menos em mim, uma leveza de sentimentos que mais adiante, no segundo turno, foi lentamente substituida por disputas caprichosas e vaidades pessoais legitimadas por opiniões políticas 'muito sérias', como o aborto (até parece que as pessoas têm a mesma preocupação e comocão pela mortalidade infantil que ainda é algo assustador no mundo) e a privatização, por exemplo. Então, de repente, o foco a que me referi anteriormente passou a ser sobre nosso futuro presidente como se fosse ser ele a pessoa mais determinante em nossas vidas. As opiniões divididas e hostis iam e viam em nossa direçao nos convidando para um absurdo combate. De um lado, os 'neutros' partidários do Serra - e aqui me incluo; de outro, os eternos apaixonados pelo PT que vêem no Lula o eterno salvador, pelo menos do Brasil. E como seres apaixonados dificilmente encontram defeitos no objeto amado, a coisa se tornou aguerrida entre as duas forças pleiteantes ao poder. Confesso que diante da possibilidade de dar continuidade a canonizaçao do 'cara', eu preferi um cara qualquer que passa com o tempo, pois, afinal, o meu Salvador já está eleito. Admito tbém que a disputa me contaminou fazendo com que às vzs, ansiosa, veiculasse informaçoes nem tão verídicas ou bem parciais, além de me sentir até levemente deprimida (rs) com o desfecho nas urnas. Mas, literalmente graças a Deus que me diz que uma vez 'a mão posta no arado, não se deve olhar para trás', a pergunta que me fiz - e que devemos sempre nos fazer, pois funciona como termômetro para medir a febre do 'mundo' em nós, foi essencial: " de que espírito sois" ? e esta é a mesma pergunta que me leva a fazer agora o 'mea culpa' diante de Quem sempre serei flagrante delito; mas tbém diante de todos que, como eu, desejam partilhar o caminho mais excelente, sem que para isso tenhamos que nos retirar para os altos montes ou construirmos nossas tendas longe do 'mundo'. E quanto a resposta para tal pergunta nós tbém já conhecemos; resta-nos apenas ter vontade para manifestá-la, pois Aquele que nos conhece sabe de nossas fraquezas e o que fazer com ela. Concluo essa 'faxina eleitoral' com um trechinho da música que ouço agora..'porque Ele vive eu posso crer no amanhã, porque Ele vive temor não há...'
Que a boa obra Daquele que nos chamou prossiga sempre nos candidatando ao reino de Seu amor.
Que a boa obra Daquele que nos chamou prossiga sempre nos candidatando ao reino de Seu amor.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Emily Dickson
A esperança é como aquela ave que se aferra à alma
e canta uma música sem letra e não para nunca.
e canta uma música sem letra e não para nunca.
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