"A natureza pode levar-te à quietude. Este é o presente dela para ti.
Quando percebes a natureza e te unes a ela no campo da quietude, esta se enche com tua consciencia. Este é o teu presente para a natureza.
Através de ti, a natureza toma consciencia de si mesma. É como se a natureza tivesse ficado a tua espera durante milhões de anos para adquirir esta consciencia."
SÓ PODE MATUTAR QUEM É MATUTO - SÓ É MATUTO QUEM SABE QUE NADA SABE - SÓ MATUTA - SOMENTE QUEM PENSA QUE SABE - SABE O QUE É UM MATUTO - MAS O QUE O MATUTO DE FATO NÃO SABE - É QUE QUEM PENSA QUE SABE O QUE É UM MATUTO - NADA SABE - PENSANDO SABER TUDO.
terça-feira, 31 de agosto de 2010
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Vaidade - uma droga
Por mais que queiramos apenas falar sobre 'vaidade', sempre corremos o risco de nos tornarmos dela reféns; tão perigosa ela é - como já escrevi aqui anteriormente. Fico me perguntando se é possível uma isenção total desse sentimento em tudo que vivemos (lendo Eclesiastes, não.) De fato, chego a pensar que ela é a mãe de todos os nossos 'pecados' e delitos, afinal, se até a humildade pode por ela estar contaminada, o que dizer de tudo o mais? Tenho visto e vivido um bom quinhão da dita cuja, sobretudo nesse momento. Talvez a proporção não tenha mudado, e sim o meu olhar sobre ela; olhar que, diga-se de passagem, não é meu, é de Jesus - é do Evangelho. Minhas preces ao Espírito Santo para que não deixe de me incomodar quando Dele me desviar, estão sendo atendidas. Há alguns dias tenho me questionado sobre contendas. Sobre a 'disputa da ratio' entre nós; simples mortais cheios de defeitos a querer provar perfeição. Definitivamente isso parece não ter fim, pois o 'outro' da contenda, sente o mesmo desejo que eu. Se parássemos de fato para refletir em nossa triste e patética condição, eliminaríamos uma parcela imeeensa de dor e desgaste em nossas vidas - quiça teríamos uma 'sobrevida' adquirida pelo não consumo de energia: um bônus para ser utilizado quando amadurecermos, a fim de vivermos em paz.
Brincadeiras à parte, o que quero realmente dizer é que a vaidade é como uma droga viciante, e a consciencia de querer se privar dela pode gerar até crise de abstinência(rs). Falo sério, e falo para todos (pretensão ou vaidade?), porque já faz um tempinho que descobri que tudo que 'dá em mim', 'dá nos outros' também. A dor que dói em mim, dói no outro também, ainda que o lamento seja em outras línguas ou circunstancias diferentes, e por isso, isto.
Vou tentar não sucumbir à efervescencia de meus sentimentos e pensamentos, pois, ao abordar este assunto, desejo mesmo é falar do Evangelho; falar de Jesus, que é o mestre de nossa consciencia, e de quem recebemos a proposta mais bela para pôr fim a qualquer contenda: a proposta do perdão. E ainda que o perdão, tão sublime, se aplique a algo muito mais profundo e essencial para relacioná-lo com a frívola vaidade - que se manifesta entre nós 'num piscar de olhos', é fato ser ele o único antídoto contra a vaidade irada que se estabelece nas réplicas e tréplicas de nossos litígios, pois o desejo de 'dar a última palavra', de 'fazer a última defesa', é inesgotável. Olho por olho/dente por dente, defesa por defesa/razão por razão, e muito ódio no coração. 'Salva-me, Senhor!' E realmente só Ele para socorrer e dizer: "Aquietai-vos!" ou ainda "não sabeis de que espírito sois"? e tristemente, "quanto tempo ainda terei de sofrer-vos?"
Já faz um tempinho, também, que tento aplicar em mim a máxima do "A.A" (nunca frequentei mas sempre tive o maior respeito pela forma com a qual lidam com o vício) que é "somente por um dia." Na verdade, é uma máxima do Evangelho. É a máxima do dia chamado Hoje. É a máxima do Pai Nosso: dai-nos Hoje o pão de cada dia. Acho tudo isso muito lindo. Todos esses fiozinhos (eu e meus fiozinhos) conectados para o bem e para trazer luz sobre nós.
Faz dois dias que estou 'limpa'. Faz dois dias que peço para Jesus 'me segurar' e cortar as asas do pavão, para que ele não ataque ninguém. Não chego a ter tremores nem suor frio, mas a minha mente...como mente; tenta negociar de tudo que é jeito. Diz que é por uma boa causa, que vai fazer bem à pessoa, que ela precisa se enxergar, blá,blá,blá...mentira! tudo mentira! quero mesmo é provar que estou certa e fui injustiçada, que estou me sentindo magoada. Ferida. Eu ou minha vaidade? Pelo sim, pelo não, já trago pronta minha defesa. Se aparecer um momento oportuno... quem sabe?
Brincadeiras à parte, o que quero realmente dizer é que a vaidade é como uma droga viciante, e a consciencia de querer se privar dela pode gerar até crise de abstinência(rs). Falo sério, e falo para todos (pretensão ou vaidade?), porque já faz um tempinho que descobri que tudo que 'dá em mim', 'dá nos outros' também. A dor que dói em mim, dói no outro também, ainda que o lamento seja em outras línguas ou circunstancias diferentes, e por isso, isto.
Vou tentar não sucumbir à efervescencia de meus sentimentos e pensamentos, pois, ao abordar este assunto, desejo mesmo é falar do Evangelho; falar de Jesus, que é o mestre de nossa consciencia, e de quem recebemos a proposta mais bela para pôr fim a qualquer contenda: a proposta do perdão. E ainda que o perdão, tão sublime, se aplique a algo muito mais profundo e essencial para relacioná-lo com a frívola vaidade - que se manifesta entre nós 'num piscar de olhos', é fato ser ele o único antídoto contra a vaidade irada que se estabelece nas réplicas e tréplicas de nossos litígios, pois o desejo de 'dar a última palavra', de 'fazer a última defesa', é inesgotável. Olho por olho/dente por dente, defesa por defesa/razão por razão, e muito ódio no coração. 'Salva-me, Senhor!' E realmente só Ele para socorrer e dizer: "Aquietai-vos!" ou ainda "não sabeis de que espírito sois"? e tristemente, "quanto tempo ainda terei de sofrer-vos?"
Já faz um tempinho, também, que tento aplicar em mim a máxima do "A.A" (nunca frequentei mas sempre tive o maior respeito pela forma com a qual lidam com o vício) que é "somente por um dia." Na verdade, é uma máxima do Evangelho. É a máxima do dia chamado Hoje. É a máxima do Pai Nosso: dai-nos Hoje o pão de cada dia. Acho tudo isso muito lindo. Todos esses fiozinhos (eu e meus fiozinhos) conectados para o bem e para trazer luz sobre nós.
Faz dois dias que estou 'limpa'. Faz dois dias que peço para Jesus 'me segurar' e cortar as asas do pavão, para que ele não ataque ninguém. Não chego a ter tremores nem suor frio, mas a minha mente...como mente; tenta negociar de tudo que é jeito. Diz que é por uma boa causa, que vai fazer bem à pessoa, que ela precisa se enxergar, blá,blá,blá...mentira! tudo mentira! quero mesmo é provar que estou certa e fui injustiçada, que estou me sentindo magoada. Ferida. Eu ou minha vaidade? Pelo sim, pelo não, já trago pronta minha defesa. Se aparecer um momento oportuno... quem sabe?
Por isso, eu peço: 'Senhor, somente por um dia! Hoje eu entrego a Ti, minha vaidade'.
Afinal, é com Ele que aprendo que basta a cada dia seu próprio mal - superado somente Nele, que é o Senhor de todos os dias, e de todas as horas...
Afinal, é com Ele que aprendo que basta a cada dia seu próprio mal - superado somente Nele, que é o Senhor de todos os dias, e de todas as horas...
Aleluia!
(Bem-aventurados os que não se viciaram na droga da vaidade.)
domingo, 22 de agosto de 2010
Sobre caídas
'Não é porque eu caio que eu tenho que cair.' Caio (de pé!)
Porque "nenhuma tentação vos sobreveio que passasse da medida humana. Deus é fiel; não vai permitir que sejais tentados acima de vossas forças, mas com a tentaçao vos dará o meio de sair dela e a força de suportá-la."
(I Coríntios 13)
http://www.youtube.com/watch?v=760gBrMlr7Esábado, 21 de agosto de 2010
Wisnick
Suave serena voz
que cai como sereno sonoro e suave
serenando minha mente suave mente...
http://www.youtube.com/watch?v=1hx8kxrvfw0
que cai como sereno sonoro e suave
serenando minha mente suave mente...
http://www.youtube.com/watch?v=1hx8kxrvfw0
domingo, 8 de agosto de 2010
Pai por um dia
É indiscutível que 'dias' de pais, mães, crianças, namorados etc e etc são o oásis dos comerciantes; mas nem por isso vamos deixar de beijar, abraçar e celebrar um pouco mais quem já amamos, pois, como bem nos disse certa Pessoa chamada Fernando 'tudo vale a pena se a alma não é pequena', e quando o que se faz, se faz com amor. Isto dito, atrevo-me a registrar aqui o que me brotou hoje no coraçao ao ouvir sobre Hebreus 11. Na verdade, quero de forma muito particular recordar quem tornou essa passagem de Hebreus tão importante, tão especialmente 'decorada' por mim - foi realmente o primeiro registro do evangelho que minha alma, encantada, acatou: "Fé é a certeza do que se espera e a firme convicção de fatos que não se vêem". Refiro-me ao pr. Caio Fábio D'Áraújo (pai) a quem tive a grata alegria de conhecer e constatar que os 'homens da Bíblia' podem habitar entre nós, sim. Podem ser reais, sim, fazendo do cotidiano uma rotina de milagres e manifestaçoes de amor e...fé! Portanto, manifesto aqui, no dia dos Pais, minha homenagem a este 'senhorzinho' de aparencia frágil, mas com uma força e beleza no Senhor que só a santa e louca poesia de Jesus é capaz de gerar no coração de um homem. Não preciso falar da lembrança histórica e afetiva de meu pai da terra, Plínio Coelho, que hoje é saudosa e naturalmente lembrado. No entanto, minha vontade foi de falar desse pai na fé que tive por um dia - por alguma horas - mas que estará para sempre ligado a uma escolha, a um enamoramento, a uma submissão em amor a Jesus que espero não cessem jamais, posto que é a minha vida e dela não pretendo abrir mão. Mas sei que fé é dom de Deus. Só Ele pode gerá-la em mim, como a própria vida, e nos fazer renascer com ela. O que posso fazer é crer Naquele que tudo pode - inclusive fazer nascer fé no meu coração, dando-me a certeza do que espero e convencendo-me de fatos que ainda não vi. É crer para ver. É viver para crer. E pela fé existir.
Amém.
Amém.
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Pertencimento
Somos Teus...
Queiramos ou não queiramos,
somos teus.
Quer saibamos ou não saibamos,
somos teus.
Quer vivamos ou morramos,
somos teus.
Pois sequer morremos; somos em Ti.
Creiamos ou não creiamos, sempre seremos teus.
Quer tenhamos muito - pensando nada mais precisar
Quer nada tenhamos - não mais acreditando um dia ter,
somos teus.
Quer gostemos ou não gostemos - por não te conhecer,
teus sempre seremos.
"Tu nos conheces e nos sondas"
Nos retratas e nos revelas.
"Para onde fugirei de Tua presença?"
Diante disso Senhor, o que mais posso querer?
Viver para continuar sendo tua...
Amar saber que sou tua...
Ter somente em Ti...
Nada levar em minhas mãos além das Tuas...
Escolher crer que sou em Ti...
E gostar eternamente de ser - e serei sempre...
retratada e revelada a mim, por Ti.
Agora e sempre.
Amém e Amém
Queiramos ou não queiramos,
somos teus.
Quer saibamos ou não saibamos,
somos teus.
Quer vivamos ou morramos,
somos teus.
Pois sequer morremos; somos em Ti.
Creiamos ou não creiamos, sempre seremos teus.
Quer tenhamos muito - pensando nada mais precisar
Quer nada tenhamos - não mais acreditando um dia ter,
somos teus.
Quer gostemos ou não gostemos - por não te conhecer,
teus sempre seremos.
"Tu nos conheces e nos sondas"
Nos retratas e nos revelas.
"Para onde fugirei de Tua presença?"
Diante disso Senhor, o que mais posso querer?
Viver para continuar sendo tua...
Amar saber que sou tua...
Ter somente em Ti...
Nada levar em minhas mãos além das Tuas...
Escolher crer que sou em Ti...
E gostar eternamente de ser - e serei sempre...
retratada e revelada a mim, por Ti.
Agora e sempre.
Amém e Amém
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Retorno ao Pai
"...Alegria! O retorno se aproxima!
A nossa missão chega ao fim na Terra!
Não longe está a nau que vem de cima!"
Plinio Coelho
(9 anos de seu retorno)
A nossa missão chega ao fim na Terra!
Não longe está a nau que vem de cima!"
Plinio Coelho
(9 anos de seu retorno)
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