Lava-me,Senhor,lava-me
Leva-me, Senhor, leva-me
Lava-me e leva-me Contigo
Dá-me vestes novas
Transfigura meu ser
Táo desfigurado de Ti
Despe-me das roupagens que Te ofendem
E põe-me nua diante de Ti
Para que eu mesma veja minha vergonha
Cobre-me com Teu precioso sangue que me redime
E me liberta de ser eu mesma
Eu náo preciso de mim - náo assim
Preciso, sim, de mim
Limpa, lavada e transformada
Formada de novo e devolvida a mim, por Ti
Seja, Senhor, amém em mim.
SÓ PODE MATUTAR QUEM É MATUTO - SÓ É MATUTO QUEM SABE QUE NADA SABE - SÓ MATUTA - SOMENTE QUEM PENSA QUE SABE - SABE O QUE É UM MATUTO - MAS O QUE O MATUTO DE FATO NÃO SABE - É QUE QUEM PENSA QUE SABE O QUE É UM MATUTO - NADA SABE - PENSANDO SABER TUDO.
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Ausência
Há nove anos meu irmão partiu
sem tempo para despedidas...
Quase nunca há.
Quase nunca dá
o tempo de pensar
no que impensável é.
Ausência irremediável
compensada pelo amor
dito ou não dito.
Expressado ou inexpressivo
mas estocado para sempre
na memória genética do que se é.
Na memória eterna do que seremos
N'Ele - que nos criou
Eternamente.
Hoje, 2+7=9 anos sem Plininho
sem tempo para despedidas...
Quase nunca há.
Quase nunca dá
o tempo de pensar
no que impensável é.
Ausência irremediável
compensada pelo amor
dito ou não dito.
Expressado ou inexpressivo
mas estocado para sempre
na memória genética do que se é.
Na memória eterna do que seremos
N'Ele - que nos criou
Eternamente.
Hoje, 2+7=9 anos sem Plininho
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
"Silêncio, acalma-te!"
"Quem é este que até o vento e o mar lhe obedecem?"
(Lucas 8:22/25)
- Senhor, sossega o mar revolto de minha alma!
(Lucas 8:22/25)
- Senhor, sossega o mar revolto de minha alma!
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Algumas verdades...
Para quem crê, 'milagres' não existem...
Milagres são a 'realidade' de Deus.
Em Deus, a realidade é milagre!
Milagres são a 'realidade' de Deus.
Em Deus, a realidade é milagre!
domingo, 18 de janeiro de 2009
Genealogia da esperança humana - final
O modo como Jesus trata a questão da História e do futuro da humanidade também acontecem em total paradoxo.
Por um lado, Ele manda viver em paz, confiar, se alegrar, fazer o bem, curar, dar copos d’água, abrigar, hospedar, levantar o caído, abrigar o estrangeiro ou o estranho, visitar os doentes, buscar justiça para os injustiçados, fazer a paz entre os irreconciliados e anunciar que Deus estava reconciliado com os homens, Nele.
Porém, por outro lado, Ele diz que o futuro é cheio de convulsões, de guerras, de revoluções, de nação contra nação, de contorções naturais, de terremotos, de tsunamis, de fumaceira que cobriria o sol e a lua, de sangue nas estrelas... Enquanto isso, muitos se diriam “o Cristo”, e, também, a fé genuína Nele iria desaparecer da Terra. Somente depois de todas estas coisas é que o Filho do Homem volta com as nuvens dos céus, e o reino de Deus toma forma visível na Terra.
Desse modo, em Jesus, a História é experimentada como paradoxo para os Seus discípulos, os quais lutam pelo bem na terra, mas olham para algo que só pode se materializar na terra se Deus vier reinar nela e se a morte for abolida como sinal da corrupção humana.
Assim, em Jesus, temos uma escatologia demonstrada como factível em razão de sua Ressurreição dos mortos. Se Jesus não ressuscitou, não há esperança para a humanidade, pois, nesse caso, tudo acaba sempre em morte e corrupção. Mas se Ele ressuscitou, então um “fator” novo é introduzido na História, e por tal novo fator é que a escatologia de Jesus, a qual termina com a chegada do que é do Céu na Terra, se torna factível, posto que a História já teria experimentado na Ressurreição de Jesus a abertura desse Portal.
Desse modo, em Jesus, a História Humana é contada até a morte. Porém, é vencida como fatalismo, e nela é introduzida a factibilidade da Nova Jerusalém, a qual pertence à Ordem da Ressurreição.
Pois assim como todos morreram em Adão, assim todos terão a ressurreição em Cristo. Só ficarão fora dessa nova realidade aqueles que a rejeitarem depois de a terem de fato visto. E quando digo “visto”, refiro-me a um critério que só Deus possui. Ou seja: a igreja não sabe quem viu e quem não viu.
Se não tivesse havido a Ressurreição, Jesus seria apenas mais uma estatística histórica, e a História seria apenas uma estatística a se auto-aniquilar na inevitabilidade da vocação suicida que lateja na alma da humanidade.
Nele, que é Senhor da História
Caio
Por um lado, Ele manda viver em paz, confiar, se alegrar, fazer o bem, curar, dar copos d’água, abrigar, hospedar, levantar o caído, abrigar o estrangeiro ou o estranho, visitar os doentes, buscar justiça para os injustiçados, fazer a paz entre os irreconciliados e anunciar que Deus estava reconciliado com os homens, Nele.
Porém, por outro lado, Ele diz que o futuro é cheio de convulsões, de guerras, de revoluções, de nação contra nação, de contorções naturais, de terremotos, de tsunamis, de fumaceira que cobriria o sol e a lua, de sangue nas estrelas... Enquanto isso, muitos se diriam “o Cristo”, e, também, a fé genuína Nele iria desaparecer da Terra. Somente depois de todas estas coisas é que o Filho do Homem volta com as nuvens dos céus, e o reino de Deus toma forma visível na Terra.
Desse modo, em Jesus, a História é experimentada como paradoxo para os Seus discípulos, os quais lutam pelo bem na terra, mas olham para algo que só pode se materializar na terra se Deus vier reinar nela e se a morte for abolida como sinal da corrupção humana.
Assim, em Jesus, temos uma escatologia demonstrada como factível em razão de sua Ressurreição dos mortos. Se Jesus não ressuscitou, não há esperança para a humanidade, pois, nesse caso, tudo acaba sempre em morte e corrupção. Mas se Ele ressuscitou, então um “fator” novo é introduzido na História, e por tal novo fator é que a escatologia de Jesus, a qual termina com a chegada do que é do Céu na Terra, se torna factível, posto que a História já teria experimentado na Ressurreição de Jesus a abertura desse Portal.
Desse modo, em Jesus, a História Humana é contada até a morte. Porém, é vencida como fatalismo, e nela é introduzida a factibilidade da Nova Jerusalém, a qual pertence à Ordem da Ressurreição.
Pois assim como todos morreram em Adão, assim todos terão a ressurreição em Cristo. Só ficarão fora dessa nova realidade aqueles que a rejeitarem depois de a terem de fato visto. E quando digo “visto”, refiro-me a um critério que só Deus possui. Ou seja: a igreja não sabe quem viu e quem não viu.
Se não tivesse havido a Ressurreição, Jesus seria apenas mais uma estatística histórica, e a História seria apenas uma estatística a se auto-aniquilar na inevitabilidade da vocação suicida que lateja na alma da humanidade.
Nele, que é Senhor da História
Caio
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Genealogia da esperança humana - parte 2
É pelo surto de idolatria, grandeza e poder manifestos pela insensatez do sábio rei Salomão que o reino da casa de Davi é dividido. Há o "racha": dez tribos se ajuntam ao norte, no reino de Israel, e as duas do sul, Judá e Benjamim, passam a formar o reino de Judá. A preeminência religiosa e cultural do reino de Judá, ao sul, é óbvia na leitura da Bíblia.
Nesse ponto começam a pipocar profetas, levantando-se, em geral, contra o rei e contra o Templo e aquilo que ele estava significando religiosa e politicamente. Os reis se tornaram idólatras e perversos. E o templo, um lugar de poder político e de perversão da fé, existindo apenas para cumprir ritos.
Então, por tais coisas, tanto o reino do norte como o reino do sul, a seu tempo, são levados para o cativeiro. Os do reino norte voltaram “misturados”, e acabaram por se tornar “os samaritanos”. Já os do reino sul, tiveram assistência exortativa, consoladora e profética de alguns profetas dentro e fora do cativeiro, o que os ajudou a voltarem mais “integrais” à sua terra, 70 anos depois.
Daí para frente, Israel nunca mais viveu em autonomia. Estiveram sob todos os impérios tiranos da terra. E quando Jesus veio ao mundo, eram os romanos que davam as cartas no planeta.
Então, em meio a um povo que cria ser o mais especial do mundo, e que aguardava sua libertação e o cumprimento de todas as palavras dos profetas, os quais garantiam que se Israel deixasse os ídolos, e se convertesse a Deus, o Senhor lhe enviaria o Libertador, o Messias, apareceu Jesus de Nazaré.
“Ele veio para o que era Seu, mas os Seus não o receberam”.
No entanto, Jesus não tentou “ajudar” quanto a ser compreendido. Não se vê, da parte Dele, nenhuma tentativa de didaticamente “demonstrar” como as profecias também tinham Nele seu cumprimento. E às questões que lhe são postas, a maioria delas irresistíveis para qual ser humano que tivesse o que dizer e explicar, ou mesmo facilitar, são respondidas por Ele ou com outras questões ou apenas por parábolas.
Assim, o modo de Jesus tratar a questão revela completamente o modo de Deus ser em relação às questões levantadas na História.
Ele diz que é a Verdade, e não divaga filosófica e teologicamente sobre o tema. Perguntado sobre o que era a Verdade, Ele apenas olhou fundo nos olhos de quem indagava: Pilatos. Ele —Jesus— era a Verdade. Se tentasse explicá-la, Ele a mataria e a tornaria num sistema filosófico. Assim, para Ele, era uma questão de ver ou não ver, mas não de explicar. A Verdade não era explicável, do ponto de vista de Jesus, mas apenas discernida pela fé; ou seja: era uma revelação.
continua amanhã mais um pouquinho...
Nesse ponto começam a pipocar profetas, levantando-se, em geral, contra o rei e contra o Templo e aquilo que ele estava significando religiosa e politicamente. Os reis se tornaram idólatras e perversos. E o templo, um lugar de poder político e de perversão da fé, existindo apenas para cumprir ritos.
Então, por tais coisas, tanto o reino do norte como o reino do sul, a seu tempo, são levados para o cativeiro. Os do reino norte voltaram “misturados”, e acabaram por se tornar “os samaritanos”. Já os do reino sul, tiveram assistência exortativa, consoladora e profética de alguns profetas dentro e fora do cativeiro, o que os ajudou a voltarem mais “integrais” à sua terra, 70 anos depois.
Daí para frente, Israel nunca mais viveu em autonomia. Estiveram sob todos os impérios tiranos da terra. E quando Jesus veio ao mundo, eram os romanos que davam as cartas no planeta.
Então, em meio a um povo que cria ser o mais especial do mundo, e que aguardava sua libertação e o cumprimento de todas as palavras dos profetas, os quais garantiam que se Israel deixasse os ídolos, e se convertesse a Deus, o Senhor lhe enviaria o Libertador, o Messias, apareceu Jesus de Nazaré.
“Ele veio para o que era Seu, mas os Seus não o receberam”.
No entanto, Jesus não tentou “ajudar” quanto a ser compreendido. Não se vê, da parte Dele, nenhuma tentativa de didaticamente “demonstrar” como as profecias também tinham Nele seu cumprimento. E às questões que lhe são postas, a maioria delas irresistíveis para qual ser humano que tivesse o que dizer e explicar, ou mesmo facilitar, são respondidas por Ele ou com outras questões ou apenas por parábolas.
Assim, o modo de Jesus tratar a questão revela completamente o modo de Deus ser em relação às questões levantadas na História.
Ele diz que é a Verdade, e não divaga filosófica e teologicamente sobre o tema. Perguntado sobre o que era a Verdade, Ele apenas olhou fundo nos olhos de quem indagava: Pilatos. Ele —Jesus— era a Verdade. Se tentasse explicá-la, Ele a mataria e a tornaria num sistema filosófico. Assim, para Ele, era uma questão de ver ou não ver, mas não de explicar. A Verdade não era explicável, do ponto de vista de Jesus, mas apenas discernida pela fé; ou seja: era uma revelação.
continua amanhã mais um pouquinho...
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Genealogia da esperança humana
Se seguirmos as seqüências bíblicas, tudo começa num jardim. De lá se é expulso, e, assim, começa a História: fora do jardim.
Agora a preocupação é tirar da terra o pão. Em seguida percebe-se que a humanidade de súbito cresce e se complexifica, e isso num ambiente estranho, no qual há gigantes e uma insinuação acerca de anjos que se misturam com mulheres. Por tal ocorrência os humanos se pervertem e vem o Dilúvio.
Assim, a humanidade registrada pela Bíblia recomeça sua jornada a partir de Noé e seus filhos: Sem, Cão e Jafé. De Sem procedem os semitas, grupo do qual Abraão é originário, de Ur do Caldeus, na Mesopotâmia.
Em Abraão a “humanidade” é esquecida como um todo, e a história se concentra no veio semítico que tem em Abraão seu representante nas narrativas da Bíblia. Os demais povos só interessam como “gente do lugar”. Abraão se faz errante, caminhante, nômade, e, portanto, hebreu: aquele que cruza...
Assim é dito que sua descendência é feita escrava no Egito e que de lá saiu 430 anos depois, pelas mãos de Moisés, e peregrinam pelo deserto por 40 anos, até que morre toda aquela geração, incluindo Moisés; e, pelas mãos de Josué, os Hebreus entram na Terra Prometida: terra de cananeus, heveus, gebuseus, amorreus e enaquins, entre outros.
A terra é apenas “em parte” possuída por eles. Vivendo em estado de conflito, Deus lhes suscita juizes, que são apenas “homens da hora”, mas não há governo institucional de nenhuma natureza a uni-los.
Eles olham os povos à volta e pedem que o profeta Samuel lhes consiga um rei. Samuel é contra. Ele queria que Deus reinasse sobre eles. Mas Deus mesmo disse a Samuel que não era o profeta quem estava sendo rejeitado, mas Ele. Assim, depois de explicar como o rei teria poderes e privilégios que tornariam a sociedade injusta nas suas distribuições de renda e poderes, Samuel encontrou Saul. Mas como o coração de Saul enlouqueceu e surtou com o poder, Deus lhes proveu um novo rei, chamado Davi.
Em Davi a narrativa se foca ainda mais num nível especifico: a prevalência de Judá, tribo de Davi, sobre as demais. De Davi em diante os hebreus vão se tornando a nação de Israel. Em Salomão, filho de Davi, os antes hebreus agora já possuem um rei e um templo-estado.
continua...
Agora a preocupação é tirar da terra o pão. Em seguida percebe-se que a humanidade de súbito cresce e se complexifica, e isso num ambiente estranho, no qual há gigantes e uma insinuação acerca de anjos que se misturam com mulheres. Por tal ocorrência os humanos se pervertem e vem o Dilúvio.
Assim, a humanidade registrada pela Bíblia recomeça sua jornada a partir de Noé e seus filhos: Sem, Cão e Jafé. De Sem procedem os semitas, grupo do qual Abraão é originário, de Ur do Caldeus, na Mesopotâmia.
Em Abraão a “humanidade” é esquecida como um todo, e a história se concentra no veio semítico que tem em Abraão seu representante nas narrativas da Bíblia. Os demais povos só interessam como “gente do lugar”. Abraão se faz errante, caminhante, nômade, e, portanto, hebreu: aquele que cruza...
Assim é dito que sua descendência é feita escrava no Egito e que de lá saiu 430 anos depois, pelas mãos de Moisés, e peregrinam pelo deserto por 40 anos, até que morre toda aquela geração, incluindo Moisés; e, pelas mãos de Josué, os Hebreus entram na Terra Prometida: terra de cananeus, heveus, gebuseus, amorreus e enaquins, entre outros.
A terra é apenas “em parte” possuída por eles. Vivendo em estado de conflito, Deus lhes suscita juizes, que são apenas “homens da hora”, mas não há governo institucional de nenhuma natureza a uni-los.
Eles olham os povos à volta e pedem que o profeta Samuel lhes consiga um rei. Samuel é contra. Ele queria que Deus reinasse sobre eles. Mas Deus mesmo disse a Samuel que não era o profeta quem estava sendo rejeitado, mas Ele. Assim, depois de explicar como o rei teria poderes e privilégios que tornariam a sociedade injusta nas suas distribuições de renda e poderes, Samuel encontrou Saul. Mas como o coração de Saul enlouqueceu e surtou com o poder, Deus lhes proveu um novo rei, chamado Davi.
Em Davi a narrativa se foca ainda mais num nível especifico: a prevalência de Judá, tribo de Davi, sobre as demais. De Davi em diante os hebreus vão se tornando a nação de Israel. Em Salomão, filho de Davi, os antes hebreus agora já possuem um rei e um templo-estado.
continua...
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
Isaías e Israel - se vendo como Israel
Mas agora, povo de Israel, o Senhor Deus que o criou diz:
"Náo tenha medo, pois eu o salvarei; eu o chamei pelo seu nome, e vocé é meu.
Quando vocé atravessar águas profundas, eu estarei a seu lado, e vocé náo se afogará.
Quando passar pelo meio do fogo, as chamas náo o queimaráo.
Pois eu sou o Senhor, seu Deus, o Santo Deus de Israel, o seu Salvador.
Dei como pagamento o Egito, a Etiópia e Seba a fim de que vocé fosse meu.
Para libertar vocé, entrego naçoes inteiras como o preço do resgate, pois para mim vocé vale muito. Vocé é o povo que eu amo, um povo que merece muita honra.
Náo tenha medo, pois eu estou com vocé. Do leste e do Oeste levarei o meu povo de volta para o seu país. Ordenarei ao Norte que os deixe sair e direi ao sul que náo os segure.
Dos lugares mais distantes do mundo deixem que os meus filhos e as minhas filhas voltem pra casa!
Todos eles sáo o meu próprio povo; eu os criei e lhes dei vida a fim de que mostrem a minha grandeza".
"Náo tenha medo, pois eu o salvarei; eu o chamei pelo seu nome, e vocé é meu.
Quando vocé atravessar águas profundas, eu estarei a seu lado, e vocé náo se afogará.
Quando passar pelo meio do fogo, as chamas náo o queimaráo.
Pois eu sou o Senhor, seu Deus, o Santo Deus de Israel, o seu Salvador.
Dei como pagamento o Egito, a Etiópia e Seba a fim de que vocé fosse meu.
Para libertar vocé, entrego naçoes inteiras como o preço do resgate, pois para mim vocé vale muito. Vocé é o povo que eu amo, um povo que merece muita honra.
Náo tenha medo, pois eu estou com vocé. Do leste e do Oeste levarei o meu povo de volta para o seu país. Ordenarei ao Norte que os deixe sair e direi ao sul que náo os segure.
Dos lugares mais distantes do mundo deixem que os meus filhos e as minhas filhas voltem pra casa!
Todos eles sáo o meu próprio povo; eu os criei e lhes dei vida a fim de que mostrem a minha grandeza".
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Matutando...
Enquanto copiava Isaías para esse pequeno espaço silencioso no universo, comecei a perceber que eu, vocé, e todos nós, somos e sempre seremos 'esse Israel'. Pensava na guerra, nesse conflito eterno que parece, ao nosso frágil olhar, náo ter fim. Tamanho o apego às questóes políticas/econômicas e, se é que ainda existe em meio a isso tudo, à questão 'espiritual', posto que esta última jamais será defendida e imposta pela maneira como vemos acontecer ao redor do planêta e...de nosso umbigo!
Pois é, enquanto transcrevia o texto abaixo, veio-me à mente, 'clara mente', nossos conflitos interiores e mesmo exteriores, mas que têm,'óbvia mente', nascedouro na própria mente. É só olhar para nós mesmos com toda sinceridade de coraçao, que nem precisaremos assistir a telejornais para saber que há uma guerra bem pertinho de nós, seja ela santa, profana ou indiferente. Ela vem acontecendo quase sempre, silenciosa e sorrateiramente ao longo de nossa 'eternidade'.
Oremos sim e sempre, pela paz em Israel e onde quer que haja guerra, para que náo mais...mas oremos sobretudo pelo Israel de Deus, porque esse sim, é o que deve habitar nossos coraçoes e em paz!
Pois é, enquanto transcrevia o texto abaixo, veio-me à mente, 'clara mente', nossos conflitos interiores e mesmo exteriores, mas que têm,'óbvia mente', nascedouro na própria mente. É só olhar para nós mesmos com toda sinceridade de coraçao, que nem precisaremos assistir a telejornais para saber que há uma guerra bem pertinho de nós, seja ela santa, profana ou indiferente. Ela vem acontecendo quase sempre, silenciosa e sorrateiramente ao longo de nossa 'eternidade'.
Oremos sim e sempre, pela paz em Israel e onde quer que haja guerra, para que náo mais...mas oremos sobretudo pelo Israel de Deus, porque esse sim, é o que deve habitar nossos coraçoes e em paz!
Isaías e Israel - A cegueira espiritual...
A cegueira espiritual do povo de Israel
O Senhor diz:
"Escute, gente surda! Olhe bem, gente cega!
Ninguém é táo cego como o povo de Israel, o meu servo, ou táo surdo como esse povo que estou enviando. Náo há quem seja táo cego como o meu mensageiro, nem táo surdo como o servo do Senhor. Povo de Israel, vocé tem visto muitas coisas, mas náo aprendeu nada."
O Senhor é o Deus que salva o seu povo e por isso quis que eles conhecessem e respeitassem a sua lei. Mas eles foram assaltados e roubados; foram postos na prisáo e trancados nas celas. Os seus inimigos os levaram como prisioneiros, e náo há ninguém que os ponha em liberdade.
Ah! Se um de vocés desse atenção ao que estou dizendo, se daqui em diante alguém escutasse com cuidado! Quem foi que entregou o povo de Israel aos seus inimigos?
Quem foi que deixou que ele fosse roubado? Foi o próprio Senhor, contra quem temos pecado! Náo quisemos seguir os seus caminhos, nem obedecer às suas leis. Por isso, ele derramou sobre nós a sua ira e nos castigou com uma guerra violenta. A sua ira queimou como fogo em volta de nós, mas mesmo assim ninguém se importou; nenhum de nós conseguiu aprender nada.
O Senhor diz:
"Escute, gente surda! Olhe bem, gente cega!
Ninguém é táo cego como o povo de Israel, o meu servo, ou táo surdo como esse povo que estou enviando. Náo há quem seja táo cego como o meu mensageiro, nem táo surdo como o servo do Senhor. Povo de Israel, vocé tem visto muitas coisas, mas náo aprendeu nada."
O Senhor é o Deus que salva o seu povo e por isso quis que eles conhecessem e respeitassem a sua lei. Mas eles foram assaltados e roubados; foram postos na prisáo e trancados nas celas. Os seus inimigos os levaram como prisioneiros, e náo há ninguém que os ponha em liberdade.
Ah! Se um de vocés desse atenção ao que estou dizendo, se daqui em diante alguém escutasse com cuidado! Quem foi que entregou o povo de Israel aos seus inimigos?
Quem foi que deixou que ele fosse roubado? Foi o próprio Senhor, contra quem temos pecado! Náo quisemos seguir os seus caminhos, nem obedecer às suas leis. Por isso, ele derramou sobre nós a sua ira e nos castigou com uma guerra violenta. A sua ira queimou como fogo em volta de nós, mas mesmo assim ninguém se importou; nenhum de nós conseguiu aprender nada.
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
Isaías e Israel
O Senho Deus pôs a sua poderosa máo sobre mim e avisou a mim e aos meus seguidores que não andássemos no caminho que o povo estava seguindo.Ele nos disse:
"Náo pensem que tudo que o povo chama de revoluçáo seja revoluçáo mesmo. Náo fiquem assustados, nem tenham medo daquilo de que o povo tem medo. Pelo contrário, fiquem assustados por minha causa e temam por mim, seja eu o vosso espanto, pois eu, o Senhor Todo-Poderoso sou santo. Eu serei um Templo para abrigar vocês, serei também uma pedra e uma rocha que fará com que os povos de Judá e de Israel tropecem e caiam; serei uma armadilha e um laço para pegar os moradores de Jerusalém. Muitos tropeçaráo, cairáo e se despedaçaráo; ficaráo presos nessa armadilha"...
"Náo pensem que tudo que o povo chama de revoluçáo seja revoluçáo mesmo. Náo fiquem assustados, nem tenham medo daquilo de que o povo tem medo. Pelo contrário, fiquem assustados por minha causa e temam por mim, seja eu o vosso espanto, pois eu, o Senhor Todo-Poderoso sou santo. Eu serei um Templo para abrigar vocês, serei também uma pedra e uma rocha que fará com que os povos de Judá e de Israel tropecem e caiam; serei uma armadilha e um laço para pegar os moradores de Jerusalém. Muitos tropeçaráo, cairáo e se despedaçaráo; ficaráo presos nessa armadilha"...
sábado, 3 de janeiro de 2009
Não direi 'não' a Deus
Não direi "não" a Deus...
nem a pau!
" Que bobagem é essa,
menina tola, falando sozinha?
Isso não é poema ! "
Vou pensando, silenciosa:
sim, não é poesia.
Parece um soluço, só,
soluço de lágrimas,
reconheço, desolada,
bastante desconfiada:
não é poema, não.
Como Deus não dorme,
estava a me escutar...
- " Pode continuar, filha!
Não dê ouvidos a quem
não gosta de poesia.
Vá tentando e lá chegará,
lhe garanto Eu .
A jornada vai ser longa,
continue caminhando,
sempre a sorrir e pra frente,
escrevendo seus versinhos.
Não desvie de sua rota,
não vá desanimar:
acolha o seu caminho,
por ele se entusiasme.
Não fique parada, não -
esse é o segredo maior
de tudo realizar. "
Não direi "não" a Deus...
nem a pau!
Ele me conhece,
como conhece você,
na palma de Sua mão,
nos recôncavos de Seu coração,
desde o início dos tempos,
mais profundamente do que nós
poderemos nos desvendar.
Não direi "não" a Deus...
nem a pau !
Se, enlouquecida,
um dia eu lhe disser "não",
sei que do meu "sim"
Ele não vai jamais desistir!
Theresa Catharina de Góes Campos
Arcoverde-Pernambuco,junho de 1962
nem a pau!
" Que bobagem é essa,
menina tola, falando sozinha?
Isso não é poema ! "
Vou pensando, silenciosa:
sim, não é poesia.
Parece um soluço, só,
soluço de lágrimas,
reconheço, desolada,
bastante desconfiada:
não é poema, não.
Como Deus não dorme,
estava a me escutar...
- " Pode continuar, filha!
Não dê ouvidos a quem
não gosta de poesia.
Vá tentando e lá chegará,
lhe garanto Eu .
A jornada vai ser longa,
continue caminhando,
sempre a sorrir e pra frente,
escrevendo seus versinhos.
Não desvie de sua rota,
não vá desanimar:
acolha o seu caminho,
por ele se entusiasme.
Não fique parada, não -
esse é o segredo maior
de tudo realizar. "
Não direi "não" a Deus...
nem a pau!
Ele me conhece,
como conhece você,
na palma de Sua mão,
nos recôncavos de Seu coração,
desde o início dos tempos,
mais profundamente do que nós
poderemos nos desvendar.
Não direi "não" a Deus...
nem a pau !
Se, enlouquecida,
um dia eu lhe disser "não",
sei que do meu "sim"
Ele não vai jamais desistir!
Theresa Catharina de Góes Campos
Arcoverde-Pernambuco,junho de 1962
quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
O Templo que sou eu...
"...Assim, à medida que alguém entra no Templo Impossível (Jesus) pela fé (crer), mais verá do lado de fora o surgimento concreto daquilo que internamente já faz parte de seu cenário espiritual.
Assim, quando ouço a Palavra e nela creio, bebo das águas vivas que procedem do Altar do Espírito, e vou sendo invadido e afogado pela Graça em todas as áreas do meu ser, atingindo até a minha dimensáo mais íntima e inatingível
(Mar Morto). Entretanto, isto mesmo é equivalente a entrar no Templo-Jesus e conhecer o Seu Interior a fim de que nosso próprio interior se torne semelhante Àquele no qual adentramos pela fé.
Desse modo, quando entro no Templo náo feito por máos humanas, vou me tornando semelhante a Ele mesmo; sendo que o final do processo é que à partir de mim, as mesmas águas se derramem pelo mundo, até ao "Mar Morto"...
(Caio Fábio)
Náo consigo imaginar projeto mais sublime para um começo de ano, do que dar inicio à construçao desse Templo em nós, assim sendo...mãos à obra e Feliz 2009!!
Assim, quando ouço a Palavra e nela creio, bebo das águas vivas que procedem do Altar do Espírito, e vou sendo invadido e afogado pela Graça em todas as áreas do meu ser, atingindo até a minha dimensáo mais íntima e inatingível
(Mar Morto). Entretanto, isto mesmo é equivalente a entrar no Templo-Jesus e conhecer o Seu Interior a fim de que nosso próprio interior se torne semelhante Àquele no qual adentramos pela fé.
Desse modo, quando entro no Templo náo feito por máos humanas, vou me tornando semelhante a Ele mesmo; sendo que o final do processo é que à partir de mim, as mesmas águas se derramem pelo mundo, até ao "Mar Morto"...
(Caio Fábio)
Náo consigo imaginar projeto mais sublime para um começo de ano, do que dar inicio à construçao desse Templo em nós, assim sendo...mãos à obra e Feliz 2009!!
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