é muito bom reler o que vc mesmo escreveu e lembrar que tinha esquecido o que sabia quando escreveu. é muito bom poder aprender com um novo olhar o que já tinha visto antes mas não registrou na mente ou no coração. é muito bom poder aprender e reaprender com velhos traços nas cavernas esquecidas pelo tempo e redescobertas para uma velha e sempre nova busca. busca por conhecer e ensinar um pouco e sempre mais sobre nossa passagem por estas terras - para além de ser apenas um mito das cavernas.
ando lendo reaprendendo e voltando para este velho blog - alimentando os peixes.
SÓ PODE MATUTAR QUEM É MATUTO - SÓ É MATUTO QUEM SABE QUE NADA SABE - SÓ MATUTA - SOMENTE QUEM PENSA QUE SABE - SABE O QUE É UM MATUTO - MAS O QUE O MATUTO DE FATO NÃO SABE - É QUE QUEM PENSA QUE SABE O QUE É UM MATUTO - NADA SABE - PENSANDO SABER TUDO.
sábado, 9 de julho de 2016
domingo, 19 de janeiro de 2014
A MORTE DO PECADO
Aquele que não teve pecado, Deus o fez pecado por nós...
Comparável a essa frase em seu conteúdo esmagador somente uma outra:
Ao Senhor agradou moê-lo, fazendo-o enfermar...
Ambas referem-se ao Cordeiro de Deus, a Jesus, o Senhor.
O que me choca é que está tudo feito e acabado, menos para quem diz “crer”. Os que “crêem” não sabem que ainda não crêem, ou não sabem no que crêem. Pois se o soubessem, saberiam que a Lei morreu em Cristo; que a força do pecado é a Lei, mas que com sua morte, ela, a Lei, já não tem poder sobre nós. Ora, essa morte da Lei matou a força do pecado, pois onde não há Lei, também não há transgressão. Assim, o que Jesus Pagou por nós, está Pago para sempre. Mas quem crê?
Então você pergunta: Se é assim, como então nós ainda pecamos?
Ora, o pecado que eu peco é fruto de minha queda, mas já não carrega em si mesmo o poder de me matar, tanto quanto já não carrega mais o poder de me fazer “compulsivo”, pelo simples fato de que em minha consciência ele já não se faz acompanhar da condenação da morte.
É o medo da morte e a certeza da condenação o poder que gera toda compulsão!
O pecado faz mal ao meu ser, mas já não tem o poder de daná-lo, se se está confiante no poder e na consumação do que Jesus já fez por nós. Afinal, o pecado só existe em mim, mas já não existe como algo que pende como espada da morte sobre minha cabeça. Eu estou em Cristo!
Já não há mais nenhuma condenação para os que estão em Cristo Jesus!
Agora eu ouço:
Filhinhos meus, não pequeis; se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai; Jesus Cristo, o Justo; Ele é a propiciação pelos nossos pecados; e não somente pelos nossos próprios, mas inda pelos do mundo inteiro!
O Deus que se fez carne também se fez pecado por nós!
E certamente Ele não fez isto para que continuasse tudo igual. Tem que haver um fato-fator-real que decorra dessa ação. O fato real é um só: o pecado existe na vida de cada um de nós, mas já não existe como condenação. O fato do pecado em mim é inegável. Todavia, é também inegável que ele já não tem poder sobre mim.
Como? Não tem poder? Como?
Ele existe como produção de minha carne (corpo-totalidade-do-ser), pois faz parte de minha constituição caída. Hoje ele pertence à dimensão de minha animalidade não elevada em consciência, pois ainda está presa à minha condição de “egoísta-essencial”. No entanto, o pecado virou gripe: amolece, mas já não me mata.
Então, eu constato o pecado em mim. Grito: “Desventurado sou!”. Mas meu grito já não ecoa para a eternidade, não ecoa nem mesmo no tempo, exceto em mim, que me entristeço comigo mesmo. Entretanto, ele já não passa daí. Pois a Lei do Espírito e da Vida em Cristo, me libertou da Lei do pecado e da morte!
Agora, se creio no que “está feito”, vivo pelo que Ele fez por mim, não em razão do que eu, mesmo crendo, ainda faço contra mim.
Aquele que não teve pecado Deus o fez pecado por nós, para que nós que pecamos já não sejamos pecado, mas sem pecado Nele, que nunca tendo pecado, foi feito pecado em meu lugar.
A lógica é uma só: quem nunca foi...foi feito...para que quem é...possa já não ser, mesmo que ainda seja...pois mesmo sendo, só o é para si mesmo...mas não mais para Aquele que por nós se fez aquilo que Ele mesmo não era...para que nós que somos...já não o sejamos como quem em sendo morre do é.
Quem eu sou já não me mata!
Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo!
Com efeito Deus condenou na carne o pecado!
Com efeito a condenação do pecado aconteceu na Cruz!
Com efeito, quem crê já está liberto; ainda que pratique a sua própria liberdade tomando consciência de que quem ele é, o é em Cristo; não em si-mesmo.
Com o pecado morto, e com a Lei sepultada, o que sai da morte e da sepultura não é mais o que me mata, mas o que me salva.
Cristo morreu pelas nossas transgressões e ressuscitou para a nossa justificação!
Eu sei, no entanto, que é muito difícil crer na pregação. Isaías ainda pergunta: Quem creu na pregação?
Ora, pouca gente crê!
Quem dera essas multidões que confessam a Jesus como Senhor soubessem e cressem também; e quem dera que sobretudo cressem no que “os penosos trabalhos de sua alma” realizaram por todos nós!
A promessa divina era que o Salvador veria os resultados dos “penosos trabalhos de sua alma e ficaria satisfeito; pois que como o Seu ‘conhecimento’ Ele justificaria a muitos”.
Há um conhecimento a ser apreendido!
Somos salvos pela fé. Mas há um “saber em fé” que é o “conhecimento” da justificação já realizada.
É esse “conhecimento em fé” é aquilo que nos mergulha no descanso que declara: “o castigo que nos trás a paz estava sobre Ele, e pelas suas pisaduras nós fomos sarados”.
Para mim já está pago!
Não aceito nem mesmo os débitos que minha carne me apresenta para que eu os pague. Olho, constato, e declaro: “Todo escrito de dívidas foi encravado na Cruz”.
Eu não creio em mim, mas Deus sabe que eu creio na pregação!
Nele, que Resolveu para sempre,
Caio Fábio
Aquele que não teve pecado, Deus o fez pecado por nós...
Comparável a essa frase em seu conteúdo esmagador somente uma outra:
Ao Senhor agradou moê-lo, fazendo-o enfermar...
Ambas referem-se ao Cordeiro de Deus, a Jesus, o Senhor.
O que me choca é que está tudo feito e acabado, menos para quem diz “crer”. Os que “crêem” não sabem que ainda não crêem, ou não sabem no que crêem. Pois se o soubessem, saberiam que a Lei morreu em Cristo; que a força do pecado é a Lei, mas que com sua morte, ela, a Lei, já não tem poder sobre nós. Ora, essa morte da Lei matou a força do pecado, pois onde não há Lei, também não há transgressão. Assim, o que Jesus Pagou por nós, está Pago para sempre. Mas quem crê?
Então você pergunta: Se é assim, como então nós ainda pecamos?
Ora, o pecado que eu peco é fruto de minha queda, mas já não carrega em si mesmo o poder de me matar, tanto quanto já não carrega mais o poder de me fazer “compulsivo”, pelo simples fato de que em minha consciência ele já não se faz acompanhar da condenação da morte.
É o medo da morte e a certeza da condenação o poder que gera toda compulsão!
O pecado faz mal ao meu ser, mas já não tem o poder de daná-lo, se se está confiante no poder e na consumação do que Jesus já fez por nós. Afinal, o pecado só existe em mim, mas já não existe como algo que pende como espada da morte sobre minha cabeça. Eu estou em Cristo!
Já não há mais nenhuma condenação para os que estão em Cristo Jesus!
Agora eu ouço:
Filhinhos meus, não pequeis; se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai; Jesus Cristo, o Justo; Ele é a propiciação pelos nossos pecados; e não somente pelos nossos próprios, mas inda pelos do mundo inteiro!
O Deus que se fez carne também se fez pecado por nós!
E certamente Ele não fez isto para que continuasse tudo igual. Tem que haver um fato-fator-real que decorra dessa ação. O fato real é um só: o pecado existe na vida de cada um de nós, mas já não existe como condenação. O fato do pecado em mim é inegável. Todavia, é também inegável que ele já não tem poder sobre mim.
Como? Não tem poder? Como?
Ele existe como produção de minha carne (corpo-totalidade-do-ser), pois faz parte de minha constituição caída. Hoje ele pertence à dimensão de minha animalidade não elevada em consciência, pois ainda está presa à minha condição de “egoísta-essencial”. No entanto, o pecado virou gripe: amolece, mas já não me mata.
Então, eu constato o pecado em mim. Grito: “Desventurado sou!”. Mas meu grito já não ecoa para a eternidade, não ecoa nem mesmo no tempo, exceto em mim, que me entristeço comigo mesmo. Entretanto, ele já não passa daí. Pois a Lei do Espírito e da Vida em Cristo, me libertou da Lei do pecado e da morte!
Agora, se creio no que “está feito”, vivo pelo que Ele fez por mim, não em razão do que eu, mesmo crendo, ainda faço contra mim.
Aquele que não teve pecado Deus o fez pecado por nós, para que nós que pecamos já não sejamos pecado, mas sem pecado Nele, que nunca tendo pecado, foi feito pecado em meu lugar.
A lógica é uma só: quem nunca foi...foi feito...para que quem é...possa já não ser, mesmo que ainda seja...pois mesmo sendo, só o é para si mesmo...mas não mais para Aquele que por nós se fez aquilo que Ele mesmo não era...para que nós que somos...já não o sejamos como quem em sendo morre do é.
Quem eu sou já não me mata!
Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo!
Com efeito Deus condenou na carne o pecado!
Com efeito a condenação do pecado aconteceu na Cruz!
Com efeito, quem crê já está liberto; ainda que pratique a sua própria liberdade tomando consciência de que quem ele é, o é em Cristo; não em si-mesmo.
Com o pecado morto, e com a Lei sepultada, o que sai da morte e da sepultura não é mais o que me mata, mas o que me salva.
Cristo morreu pelas nossas transgressões e ressuscitou para a nossa justificação!
Eu sei, no entanto, que é muito difícil crer na pregação. Isaías ainda pergunta: Quem creu na pregação?
Ora, pouca gente crê!
Quem dera essas multidões que confessam a Jesus como Senhor soubessem e cressem também; e quem dera que sobretudo cressem no que “os penosos trabalhos de sua alma” realizaram por todos nós!
A promessa divina era que o Salvador veria os resultados dos “penosos trabalhos de sua alma e ficaria satisfeito; pois que como o Seu ‘conhecimento’ Ele justificaria a muitos”.
Há um conhecimento a ser apreendido!
Somos salvos pela fé. Mas há um “saber em fé” que é o “conhecimento” da justificação já realizada.
É esse “conhecimento em fé” é aquilo que nos mergulha no descanso que declara: “o castigo que nos trás a paz estava sobre Ele, e pelas suas pisaduras nós fomos sarados”.
Para mim já está pago!
Não aceito nem mesmo os débitos que minha carne me apresenta para que eu os pague. Olho, constato, e declaro: “Todo escrito de dívidas foi encravado na Cruz”.
Eu não creio em mim, mas Deus sabe que eu creio na pregação!
Nele, que Resolveu para sempre,
Caio Fábio
sábado, 7 de dezembro de 2013
E, quando Jesus tomou o vinagre, disse: Está consumado. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito. João 19:30
Apenas descanse nisto.
Após Jesus ter tomado o vinagre que os soldados lhe deram, disse, Está consumado, e entregou o seu espírito. Esta foi a sexta palavra, das sete pronunciadas por Jesus na cruz, antes de entregar a sua vida. Estando no tempo perfeito, significa: "foi e para sempre será consumado". Muito embora no texto grego seja apenas uma palavra, Tetelestai, a tradução para o português fica “Está consumado” ou “Está terminado”.
Mas o que realmente foi consumado na Cruz?
Foram tantas coisas consumadas naquele momento glorioso, mas vamos, neste post, apenas falar sobre a consumação da nossa redenção.
Redenção é o que Jesus fez na cruz por nós, quando nos resgatou da prisão do pecado e nos levou para liberdade de, novamente, nos relacionar com Deus.
Jesus consumou a obra da redenção em pelo menos três aspectos. A hora havia chegado, e Jesus sabia disso, por isso usa estas palavras – Está consumado. Apenas uma palavra, mas com grandes significados.
Do ponto de vista da cruz, Jesus consumou os terríveis sofrimentos que aqueles momentos lhe impuseram, era necessário que aqueles momentos de dores e angústias fossem consumados, para efetivar a obra da redenção.
Jesus consumou a redenção, redimindo os pecados do seu povo, outorgando a estes a salvação pela obra da cruz, despojando assim, satanás de seu poder sobre os salvos.
Jesus, também, consumou a obra da redenção, glorificando a Deus, pois aquele momento era propósito do Pai para Ele e para a humanidade.
Quando Jesus disse está consumado, terminado, cumprido, disse que tudo quanto havia para se fazer para obter a graça da redenção foi pago na cruz. Isto quer dizer, que toda obra ou mérito humano, foi despido de poder para qualquer coisa que a morte de Jesus na Cruz já não tenha feito.
Por isso, a cruz humilha o homem e mostra quem ele realmente é, um pecador impossibilitado de alcançar redenção por si só.
Tetelestai deixa o homem nú diante daquele que irá vestí-lo com as roupas da redenção.
A sua vida não foi tirada, Ele a deu por amor ao seu povo. Naquele momento, Jesus entregou a sua vida, cumprindo a vontade do Pai em redimir o mundo dos seus pecados e, conceder, por amor e graça, a salvação pela morte de seu Filho na cruz.
A morte e o diabo não seriam capazes de lhe tirar a vida, mas o Pastor da graça deu a sua vida, espontaneamente.
A morte e o diabo não seriam capazes de lhe tirar a vida, mas o Pastor da graça deu a sua vida, espontaneamente.
Para que se tenha uma ideia sobre o significado de Tetelestai, era afixada à porta do cárcere a lista de todos os débitos pelos quais o indivíduo havia sido preso. Quando ele terminava de cumprir o tempo de prisão, era selada a folha da lista de débitos com a palavra Tetelestai, está pago, significando que ele estava livre, porque o débito estava pago, a dívida estava acabada. A nossa dívida, tempo nenhum de prisão poderia acabar. Por isso, Cristo teve que consumá-la por nós.
O que está consumado, consumado está!
O que está terminado, terminado está!
segunda-feira, 29 de abril de 2013
sábado, 30 de março de 2013
É interessante ver como certas coisas que fizeram parte de nosso viver e que, por um motivo ou outro, se tornaram inquestionáveis, sejam impactadas por uma verdade maior. Um bom exemplo do que digo é o 'sábado de Aleluia'. Tenho poucas, mas fortes, lembranças desse dia em Manaus. A grande alegria, o ponto alto, era a feitura de um Judas para depois ser queimado. Se congelarmos essa imagem de lembranças e emoções e olharmos 'de fora', certamente ficaremos chocados ao vermos crianças sendo instruídas em nome da fé e da 'semana santa' a espancar e a queimar alguém em praça pública. Um linchamento premeditado que se dava sob o consentimento de pais cheios de orgulho por amor a Cristo. Que coisa grotesca! Que barbárie!
Hoje, independentemente da fé que alguém tenha ou não, se o fato em si já é uma aberração, imagine à luz do Evangelho! O Homem-Deus que morreu pela reconciliação da humanidade com seu Criador, perdoando tudo e a todos e cujo vizinho de crucificação, arrependido, recebe a promessa do paraíso no mesmo dia e sem o devido batismo... ser homenageado com um linchamento! É algo realmente sem noção! Uma violação ao Evangelho. Deus cria / o homem des-cria e empurra pra gente um monte de porcaria!
Gosto de pensar que o sábado de 2013 anos atrás foi um sábado de expectação. Um sábado em suspense. Um sábado que seria definitivo para a fé; para a esperança. Para a redenção do homem e para a certeza de que ele nunca mais estaria sozinho. E, por isso mesmo, o verdadeiro grito de Aleluia se daria no domingo, com a Esperança ressuscitada. Mas hoje já podemos - eu posso! antecipar essa Aleluia porque tudo 'já foi consumado'. E, graças também a Deus, o Judas não precisa mais ser queimado. Aleluia! uma outra vez.
segunda-feira, 25 de março de 2013
Cantinho da Poesia
EM MEIO AO CAOS, CONSTRUIR O SILÊNCIO
(Theresa Catharina de Góes Campos)
Um recanto íntimo que se descobre
em meio às explosões ininterruptas
de ruídos, gritos, exclamações que,
se tivessem de ser interrompidas...
nada de importante se perderia.
Um porto seguro para os sentimentos,
uma viagem sem pressa nem roteiro;
uma parada sem qualquer previsão,
por desconhecimento das escalas;
sem que visíveis, planejadas rotas,
tenham já nascido como sonhadas
tenham já nascido como sonhadas
peregrinações a catedrais famosas.
Em meio a tanto caos, não mais
inutilmente identificado como tal...
a descoberta deste recanto íntimo
fértil, criativo, apesar de inaudível;
de um dinamismo ímpar, original
porque na individualidade existe.
Com surpresa, vemos no coração
uma área sagrada, na intimidade
de possíveis águas tranquilas.
Um território abençoado... onde
os sentimentos seriam os limites
únicos; uma estrada desimpedida,
onde a imobilidade ali permitida,
nos vôos dos pensamentos íntimos,
com paciência, em meio ao caos,
não desistiu de construir o silêncio.
não desistiu de construir o silêncio.
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
Quem é Jesus? II
Leitura: Lucas 9:18-20
Vídeo: http://youtu.be/_plkeyE0vlA
Antes de dar sua opinião sobre quem é Jesus, é bom verificar se ele preenche as credenciais previstas pelos profetas. Nos primeiros livros que compõem a Bíblia Moisés anunciava que o Messias prometido a Israel seria descendente de Abraão, Isaque e Jacó, e pertenceria à tribo de Judá. Miquéias previu que ele nasceria em Belém da Judeia, e Isaías avisou que isso seria pela concepção de uma virgem.
O profeta Jeremias escreveu que crianças seriam mortas por ocasião de seu nascimento, e foi o que o Rei Herodes mandou fazer quando soube que o rei prometido a Israel havia nascido. A perseguição fez com que José e Maria fugissem com o menino Jesus para o Egito, o que também havia sido previsto pelo profeta Oséias. Segundo o profeta Isaías, a região de seu ministério seria a Galileia ao longo do Rio Jordão, e ele seria rejeitado pelo povo judeu, como foi.
Zacarias anunciou com séculos de antecedência a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém e o profeta Daniel especificou até mesmo a época em que isso aconteceria, uma semana antes de ser crucificado. Com mil anos de antecedência Davi previu que o Messias seria traído por um de seus amigos e Zacarias confirmou, indicando que o traidor receberia trinta moedas de prata que seriam depois lançadas no Templo e usadas para comprar o campo de um oleiro.
Isaías escreveu, com setecentos anos de antecedência, que o Messias permaneceria mudo diante de seus acusadores e que seu sofrimento e morte seriam para pagar pela culpa de outros. O mesmo profeta indicou que ele morreria entre malfeitores e Davi, no Salmo 22, previu que ele seria crucificado, com as mãos e os pés atravessados por grandes pregos. Os Salmos acrescentavam que o crucificado seria insultado e que em sua sede lhe dariam vinagre.
Segundo o profeta Zacarias, o corpo morto seria furado por uma lança e Davi acrescentou que suas vestes seriam sorteadas entre seus carrascos. Porém nenhum osso seria quebrado, ao contrário do que era comum na crucificação, quando as pernas dos condenados eram quebradas para acelerar a morte. Os profetas previram, além da morte, a ressurreição e ascensão de Jesus ao céu, mas isso só foi visto por um pequeno grupo de pessoas, os discípulos de Jesus. Sim, existem coisas que você só conseguirá enxergar se for discípulo de Cristo, um círculo no qual se entra pela fé, não pela razão.
Assim foi que, quando Jesus perguntou aos seus discípulos "Quem vocês dizem que eu sou?", o evangelho de Mateus mostra que a resposta de Pedro, de que Jesus era o Cristo, o Messias prometido, não veio dele próprio, mas de uma revelação direta de Deus: "Feliz é você, Simão, filho de Jonas! Porque isto não lhe foi revelado por carne ou sangue, mas por meu Pai que está nos céus" (Mt 16:17).
E para você, quem é Jesus?
(Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
Quem é Jesus? I
Leitura: Lucas 9:18
Vídeo: http://youtu.be/Z7KsN0csUzg
"Certa vez Jesus estava orando em particular, e com ele estavam os seus discípulos; então lhes perguntou: 'Quem as multidões dizem que eu sou?' Eles responderam: 'Alguns dizem que és João Batista; outros, Elias; e, ainda outros, que és um dos profetas do passado que ressuscitou'. 'E vocês, o que dizem?', perguntou. 'Quem vocês dizem que eu sou?'"
Hoje Jesus faz a mesma pergunta a cada coração: "Quem você diz que eu sou?". As respostas são as mais diversas. Alguns dirão que é Elias reencarnado, sem nunca terem reparado que o profeta Elias não passou pela morte, mas foi arrebatado ao céu. Mais adiante neste evangelho veremos que Jesus conversa com Elias e Moisés, quando se transfigura diante dos olhos de seus discípulos. Se ele fosse a reencarnação de Elias não poderia ter conversado consigo mesmo.
Alguns piedosamente afirmam ter sido ele um grande homem, um mestre que veio trazer mensagens valiosas para nossa evolução espiritual. Será? Achar que com uma opinião assim você está elogiando Jesus é como querer elogiar Einstein por saber a tabuada. Considerar Jesus menos que divino é uma ofensa a Deus.
Os muçulmanos dizem que Jesus é apenas mais um dos profetas de Deus e os judeus negam que ele seja o Messias prometido. Existe ainda uma miríade de seitas e religiões cujos fundadores afirmam ser a mais recente manifestação de Jesus. Na Internet é possível encontrar mais de trinta deles, sem contar os que estão em instituições para doentes mentais, o que poderia ser considerado o maior caso de roubo de identidade da história.
Por que tanta gente quer se passar por Jesus? Por outro lado, por que tantos têm tamanha aversão por este nome? E por que milhares amaram tanto este mesmo nome ao ponto de morrerem por ele? Deve existir algo de muito especial nessa pessoa. Então quem é realmente Jesus? Um bom lugar para começarmos a pesquisar é a própria Bíblia, iniciando pelo Antigo Testamento que terminou de ser escrito 450 anos antes de Jesus nascer.
Ali encontramos profecias que falam dele, e se você tiver um conhecimento mínimo dos evangelhos verá que seria humanamente impossível alguém preencher todas as expectativas dos profetas por mera coincidência. A probabilidade de uma mesma pessoa se encaixar em apenas 8 das mais de 300 profecias do Antigo Testamento que falavam do Messias é de uma em cem quatrilhões. E quais seriam as chances de alguém cumprir 48 dessas profecias? Pense no número dez seguido de 157 zeros. E Jesus não se encaixa em apenas 48 profecias, mas em mais de trezentas!
Vídeo: http://youtu.be/Z7KsN0csUzg
"Certa vez Jesus estava orando em particular, e com ele estavam os seus discípulos; então lhes perguntou: 'Quem as multidões dizem que eu sou?' Eles responderam: 'Alguns dizem que és João Batista; outros, Elias; e, ainda outros, que és um dos profetas do passado que ressuscitou'. 'E vocês, o que dizem?', perguntou. 'Quem vocês dizem que eu sou?'"
Hoje Jesus faz a mesma pergunta a cada coração: "Quem você diz que eu sou?". As respostas são as mais diversas. Alguns dirão que é Elias reencarnado, sem nunca terem reparado que o profeta Elias não passou pela morte, mas foi arrebatado ao céu. Mais adiante neste evangelho veremos que Jesus conversa com Elias e Moisés, quando se transfigura diante dos olhos de seus discípulos. Se ele fosse a reencarnação de Elias não poderia ter conversado consigo mesmo.
Alguns piedosamente afirmam ter sido ele um grande homem, um mestre que veio trazer mensagens valiosas para nossa evolução espiritual. Será? Achar que com uma opinião assim você está elogiando Jesus é como querer elogiar Einstein por saber a tabuada. Considerar Jesus menos que divino é uma ofensa a Deus.
Os muçulmanos dizem que Jesus é apenas mais um dos profetas de Deus e os judeus negam que ele seja o Messias prometido. Existe ainda uma miríade de seitas e religiões cujos fundadores afirmam ser a mais recente manifestação de Jesus. Na Internet é possível encontrar mais de trinta deles, sem contar os que estão em instituições para doentes mentais, o que poderia ser considerado o maior caso de roubo de identidade da história.
Por que tanta gente quer se passar por Jesus? Por outro lado, por que tantos têm tamanha aversão por este nome? E por que milhares amaram tanto este mesmo nome ao ponto de morrerem por ele? Deve existir algo de muito especial nessa pessoa. Então quem é realmente Jesus? Um bom lugar para começarmos a pesquisar é a própria Bíblia, iniciando pelo Antigo Testamento que terminou de ser escrito 450 anos antes de Jesus nascer.
Ali encontramos profecias que falam dele, e se você tiver um conhecimento mínimo dos evangelhos verá que seria humanamente impossível alguém preencher todas as expectativas dos profetas por mera coincidência. A probabilidade de uma mesma pessoa se encaixar em apenas 8 das mais de 300 profecias do Antigo Testamento que falavam do Messias é de uma em cem quatrilhões. E quais seriam as chances de alguém cumprir 48 dessas profecias? Pense no número dez seguido de 157 zeros. E Jesus não se encaixa em apenas 48 profecias, mas em mais de trezentas!
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Nem eu!
Deus não é evangélico!
O termo evangélico tem suas raízes etimológicas na palavra grega “Evangelho” ou “Boa Notícia” – (evangelion). Nesse sentido, ser evangélico significa ser aquele que crê no Evangelho, que é a mensagem de Jesus Cristo.
Durante um bom período histórico, o termo “evangélico” foi usado para referir-se a tudo o que concerne ao Evangelho de Jesus. Principalmente após a Reforma Protestante, esse termo passou a ser usado de uma maneira crescente pelas denominações que surgiram posteriormente, e então identificavam os membros de tais denominações como “evangélicos”.
Ser evangélico, no sentido real da palavra, era crer e obedecer ao Evangelho de Jesus. Porém, atualmente, em virtude da apostasia (desvio da fé) generalizada nestes tempos finais, o termo “evangélico” foi banalizado à uma outra concepção na mentalidade das pessoas. Em função disso, o termo “evangélico” perdeu seu significado real e sentido original na compreensão geral.
Hoje o termo está identificado com aqueles que salientam um determinada marca da política, uma abordagem moralista e frequentemente legalista da vida, e um certo tipo de imitação “cafona” do estilo de vida do “popstar gospel”, seja ele um pregador famoso ou cantor e artista. Para alguns o termo compreende um emocionalismo exagerado que eles vêem nos canais religiosos, ou ainda “algo” ligado a “dar muito dinheiro para a igreja”. Para outros ainda o termo compreende hipocrisia, falsidade e justiça própria.
Os “evangélicos” de hoje, refletidos na cultura e sociedade mais ampla, estão intimidados por um deus que não é Deus! Louvar ao deus de uma experiência pessoal, ou o deus de preferência pessoal ou denominacional é louvar um ídolo. E então a fé se torna um reflexo do mercado de consumo. É uma fé para o consumo rotulado “gospel” e não uma fé para a transformação da vida. Neste caso ser “evangélico” é cultuar um ídolo e não o Deus da Bíblia, tornando-se um produto desassociado da história da Igreja e do propósito divino.
Neste ponto Deus deixa de ser “evangélico”, pois ele está distante de tudo isso que “hoje” chamam de “evangélico”!
Autor: Bruno dos Santos
terça-feira, 2 de outubro de 2012
sábado, 29 de setembro de 2012
A Figueira Murcha - Charles H. Spurgeon
"A profissão de fé sem a graça divina é a pompa funerária de uma alma morta."
- 29 de setembro de 1889 -
http://youtu.be/d8yPf8BMgLo
- 29 de setembro de 1889 -
http://youtu.be/d8yPf8BMgLo
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Krishnamurti ou 1 Coríntios 13 ?
Se não tem amor - faça o que quiser, saia à procura de todos os deuses da terra, participe de todas as atividades sociais, tente acabar com a pobreza, entre na política, escreva livros, escreva poemas -, você é um ser humano morto. Sem amor seus problemas aumentam, multiplicam-se interminavelmente. E com amor, faça o que quiser, não há risco, não há conflito. Portanto, o amor é a essência da virtude.
Bombaim, 21 de fevereiro de 1965
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
sábado, 4 de agosto de 2012
Oração
"...Óh Senhor, pedimos para que Te lembres da carência que há em nós com relação ao entendimento perfeito de Ti e da Tua cruz. Não sabemos nada sobre o Teu propósito eterno. Nós estamos imersos em nós mesmos. Estamos tão cheios dos nossos próprios sentimentos. Salvá-nos nesta questão, drasticamente, para que recebamos a Tua graça e possamos ser libertos. Te pedimos, Senhor, que retires os véus que ainda existem para que vejamos as coisas espirituais claramente. Que possamos experimentar o poder de ressurreição que há em Ti. Que sejamos conformados à Tua imagem. Salvá-nos dos debates inúteis que só gerarão contendas. Torná-nos simples como Tu és. Faça de nós vencedores contigo. Livrá-nos da desolação deste mundo maligno. Purifica nossos corações à medida que desfrutamos da Tua Palavra. Que sejamos luz para este mundo em trevas. Senhor, confessamos que precisamos de Ti! Crendo que Tu farás mais do que pedimos ou pensamos, Te agradecemos.
Toda a adoração e glória sejam para Ti somente! Amém."
(Rádio Árvore da Vida)
domingo, 29 de julho de 2012
O meu louvor
http://youtu.be/6lkG9VOfIzU
"Que Tua luz da vida
Desvaneça as trevas
Tornando tudo claro
Eu rogo a Ti Senhor!"
"Que Tua luz da vida
Desvaneça as trevas
Tornando tudo claro
Eu rogo a Ti Senhor!"
terça-feira, 10 de julho de 2012
quarta-feira, 4 de julho de 2012
João 1 - No Tempo da Graça
No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.
Ele estava no princípio com Deus.
Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez.
Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens.
E a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam.
Houve um homem enviado de Deus, cujo nome era João.
Este veio para testemunho, para que testificasse da luz, para que todos cressem por ele.
Não era ele a luz, mas para que testificasse da luz.
Ali estava a luz verdadeira, que ilumina a todo o homem que vem ao mundo.
Estava no mundo, e o mundo foi feito por ele, e o mundo não o conheceu.
Veio para o que era seu, e os seus não o receberam.
Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus.
E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.
João testificou dele, e clamou, dizendo: Este era aquele de quem eu dizia: O que vem após mim é antes de mim, porque foi primeiro do que eu. E todos nós recebemos também da sua plenitude, e graça por graça.
Porque a lei foi dada por Moisés; a graça e a verdade vieram por Jesus Cristo.
Deus nunca foi visto por alguém. O Filho unigênito, que está no seio do Pai, esse o revelou.
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