Há nove anos meu irmão partiu
sem tempo para despedidas...
Quase nunca há.
Quase nunca dá
o tempo de pensar
no que impensável é.
Ausência irremediável
compensada pelo amor
dito ou não dito.
Expressado ou inexpressivo
mas estocado para sempre
na memória genética do que se é.
Na memória eterna do que seremos
N'Ele - que nos criou
Eternamente.
Hoje, 2+7=9 anos sem Plininho
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