Posted on abril 29, 2011
A vida tem um nome: Jesus, só Ele é o caminho, a verdade e a vida. Quem de nós nunca teve vontade de ter a vida mudada? Tivesse paz, amor, harmonia? Quem não gostaria de se sentir vivo? Todos nós queremos, pois, apesar de passarmos pela morte, fomos feitos para a vida, a vida eterna em Cristo. Nós queremos existir para sempre, mas na vida. No inferno a pessoa também vive para sempre, mas nas trevas, no desespero, na angústia… É preciso anunciar para aqueles que não creem em Deus a Boa Nova a fim de que todos acreditem na salvação que vem do Alto. A ordem do anjo aos apóstolos não foi para que eles se escondessem, visto que foram presos, mas irem ao templo falar com outras pessoas e anunciar a verdadeira Vida. Nós vamos ressuscitar, mas a fé na ressurreição cresce quando escutamos a Palavra de Deus. Ninguém cresce na fé sozinho. Tudo à nossa volta nos remete ao Senhor: as árvores, as plantas, os animais, precisamos aprender a contemplar o Senhor em tudo. Deus permanece conosco, mas, assim como um lampião precisa ser aceso para cumprir a sua missão, o Senhor precisa que nós O acolhamos para que Ele nos salve. O Pai não nos obriga a nada, somos livres para fazer nossas escolhas. O Espírito Santo nos leva ao sepulcro de Nosso Senhor para que, convertidos, anunciemos também a Boa Nova. O versículo 32 de Atos 5 é um segredo para nós: apenas os humildes, que se submetem ao Pai, recebem essa ressurreição. A fé requer o desejo de obedecer a Deus. Fé é obediência! Caminhando com Deus, guiados pelo Espírito Santo. Muitas pessoas experimentam o Senhor, mas não permanecem firmes na caminhada porque não conseguem pôr em prática o que Deus manda. Se você diz que crê, mas não obedece, no fundo não crê. À medida que nós mudamos, a nossa fé aumenta. Essa Palavra nos traz uma força de ressurreição, precisamos acreditar verdadeiramente para que recebamos algo de novo na nossa vida. Peça ao Senhor uma fé com disposição para obedecer a vontade d’Ele. Diga: ‘Eu creio, Senhor, mas aumenta a minha fé‘. Amém!
Escrito por: Márcio Mendes
SÓ PODE MATUTAR QUEM É MATUTO - SÓ É MATUTO QUEM SABE QUE NADA SABE - SÓ MATUTA - SOMENTE QUEM PENSA QUE SABE - SABE O QUE É UM MATUTO - MAS O QUE O MATUTO DE FATO NÃO SABE - É QUE QUEM PENSA QUE SABE O QUE É UM MATUTO - NADA SABE - PENSANDO SABER TUDO.
sábado, 30 de abril de 2011
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Filho meu
Filho meu filho que não é meu pois é de Deus mas Deus me deu para dá-lo aos seus que o amarão como eu que sou de Deus que é de todos para que todos sejam Seus como meu filho é meu e é de Deus e de todos os seus.
Feliz aniversário! Louvado seja Deus! Obridada, Jesus!
Feliz aniversário! Louvado seja Deus! Obridada, Jesus!
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Sexta da Paixão
Um Deus que desde sempre É se mostra e se revela - abraça e se deixa abraçar num tempo e espaço humanos por pura paixão.
Sim, por pura paixão Ele 'hoje' padece por delitos e escolhas desastrosas
que nos tiram a paz. Só mesmo paixão. E paixão das boas...
Paixão do Bem. Paixão de Cruz. Paixão de Cristo.
Só mesmo um Deus apaixonado vem se assemelhar ao imperfeito
para mostrar o caminho da perfeição.
Só mesmo um Pai apaixonado desce aos infernos
para resgatar filhos desobedientes do poder da morte.
Só mesmo um Filho apaixonado obedece em amor seu Pai,
para salvar do inimigo seus irmãos que incessantemente o traem.
Sim, só uma grande e verdadeira paixão é capaz
do maior discurso amoroso da eternidade.
Hoje tudo é silêncio.
Silêncio de morte que nos traz a vida.
Que reinventa a vida. Que vence a morte.
E nos devolve a Paz.
Sim, por pura paixão Ele 'hoje' padece por delitos e escolhas desastrosas
que nos tiram a paz. Só mesmo paixão. E paixão das boas...
Paixão do Bem. Paixão de Cruz. Paixão de Cristo.
Só mesmo um Deus apaixonado vem se assemelhar ao imperfeito
para mostrar o caminho da perfeição.
Só mesmo um Pai apaixonado desce aos infernos
para resgatar filhos desobedientes do poder da morte.
Só mesmo um Filho apaixonado obedece em amor seu Pai,
para salvar do inimigo seus irmãos que incessantemente o traem.
Sim, só uma grande e verdadeira paixão é capaz
do maior discurso amoroso da eternidade.
Hoje tudo é silêncio.
Silêncio de morte que nos traz a vida.
Que reinventa a vida. Que vence a morte.
E nos devolve a Paz.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Silêncio e Amor
Tenho dois vasinhos na porta de casa. Num deles ainda sobrevive uma resistente plantinha que tenta se adaptar à condição pouco convidativa do lugar (sem sol e pouca luz). Há alguns dias, percebi que ela tbém estava sem água e, por várias vzs entrei e saí de casa esquecendo-me de molhá-la; qual não foi minha surpresa ao vê-la hoje regada, e a terra agradecidamente molhada. Fiquei encantada. Um gesto simples de anjo - que pode ter sido um vizinho, quem faz a limpeza do lugar, ou qualquer outra pessoa. Minha primeira reação foi perguntar aos que fazem a limpeza e agradecê-los, mas, num segundo momento parei e silenciei no meu coração, como aquele 'psiu!' de Jesus ao mar agitado, pois tive a certeza naquele instante de que certas coisas devem permanecer anônimamente sentidas e guardadas no lugar precioso onde tudo que é verdadeiro permanece naturalmente agradecido. Uma conexão indizível. Pode parecer bobo escrever isso aqui, mas sei tbém que é nas entrelinhas que às vzs encontramos o que importa saber ou sentir, e é no silêncio consciente que muitas vzs ele se manifesta. O amor. E as 'plantas' regadas, agradecem.
terça-feira, 12 de abril de 2011
Realengo
"...Pois é, num mundo dominado por máscaras e aparências, talvez os únicos eventos que se destaquem por serem indiscutivelmente reais sejam o nascimento e a morte. Nessa ótica, as meninas, para nos obrigar a levá-las a sério, podem engravidar e dar à luz. Quanto aos meninos, o que lhes sobra para serem levados a sério é morrer ou matar..." (trecho do texto 'Realengo' de Contardo Calligaris)
domingo, 10 de abril de 2011
A mídia da média ou média da dor?
A Globo, entre outras, não cessa de sugar o que pode da tragédia na escola do Rio. Entrevista psicólogos, psiquiatras e 'peritos' da alma humana para saber o que houve ou como pôde isso acontecer; se devemos chorar, se faz bem, como superar o trauma...é quase um circo. O velho circo de horror que se aproveita de dores reais indizíveis para ganhar audiência, e, algumas pessoas, destaque. A presidenta num dia chorava, no outro, recebia o U2 fazendo sinal de positivo, toda sorridente, como uma fã vaidosa. O novo terremoto no Japão - menor graças a Deus - já não mereceu atenção pq não 'rende' mais, e as trocentas balas perdidas que matam inclusive crianças nas salas de aula, já são coisas do passado. C'est la vie...e 'vamo que vamo', afinal, a mídia não pode perder e nem esperar. Chore rápido, sofra brevemente, comente bastante porque amanhã, bom, amanhã é outro dia com novas manchetes; e as de hoje estarão embrulhando peixe na feira das emoções ligeiras. Quanto às dores reais e suas possíveis causas e prevenções, a obrigação e o dever social que deveriam reduzir, senão, impedir que acontecessem, logo, logo estarão relegadas ao esquecimento. Nem chego a falar especificamente no caso do doente em questão que causou essa tragédia sem precedentes, porque no que diz respeito a patologia a coisa é mais complexa e nem competência tenho para falar, mas, no meu entender, revela o pouco caso que se faz dos problemas da alma e dos desvios psicológicos que nunca são tratados com a seriedade devida,seja individual/familiar, ou mesmo sob o olhar de uma saúde pública minimamente voltada para o lado 'invisível' das doenças humanas que, no final das contas acabam por revelar um pouco da estrutura social em que se vive. E, com esse triste episódio nos colocamos, lamentavelmente, mais próximos dos americanos que tão bem conhecem o coquetel perigoso que arma fácil e loucura podem produzir - é como se os tiros em Columbine ecoassem agora entre nós. Será que importamos, como bons colonizados, um novo 'modelo' para matar e morrer? Sim, porque parece que não se vive para aprender com os erros alheios, mas apenas para imitar o aparente 'sucesso' deles. Depois, queremos entender; querem saber, agora, como o atirador comprou as armas, onde aprendeu a atirar... só podem estar brincando! Olhem os morros, olhem as crianças criadas em meio a revólveres; olhem a facilidade com que qualquer elemento mal intencionado consegue arma e aprender a atirar, nesse país; olhem os precoces alunos de uma internet sem fronteiras e sem censura que tudo pode ensinar sobre qualquer espécie de loucura; olhem o subemprego das drogas e o exército que elas criam; olhem os descasos com as crianças abandonadas, os massacres das Candelárias; os policiais corruptos que atiram em menores indefesos e promovem chacinas como bem entendem, ao invés de estarem, por exemplo, tomando conta das escolas públicas... Dificil, sim, seria imaginar se isso acontecesse num país onde existe um controle severíssimo de armas, uma sociedade em que os valores morais e sociais são minimamente preservados; que têm respeitados os direitos básicos de educação e saúde (inclusive mental); que preserva a qualidade de vida de seus cidadãos - não de meros eleitores - e que tem em seus representantes um modelo razoavelmente digno de decência, seriedade e compromisso com os seus representados. Aí, sim, poderíamos estar perplexos e procurarmos incansavelmente as causas dessa tragédia, mesmo sabendo que controle algum, planejamento social nenhum, pode prever a manifestaçao de um ato de loucura, de um surto psicótico ou esquizofrênico que possa ocasionalmente, tragicamente, eclodir em qualquer sociedade. Porém, esse assunto é muito vasto para o desabafo superficial como o que faço aqui, devido apenas ao destaque desmedido que a mídia tem dado em busca da origem das armas e a dissecação da vida do louco homicida, como se tudo ao nosso redor estivesse devidamente cuidado ou em seu devido lugar. É demais para minha pobre cabecinha destoante. Pode até parecer frieza ou que minimizo o imenso pesar pelo terror que essas crianças viveram e pela dor que suas famílias vivem hoje, ao dizer que elas foram vítimas de um ato isolado, de um louco que certamente se mirou em exemplos 'importados' de sociedades tbém adoecidas. No entanto, a triste realidade que a loucura desse rapaz provocou, morreu com ele; e as sequelas e cicatrizes estarão para sempre apenas nas famílias daquelas crianças. Coisa que, infelizmente, não podemos dizer da realidade social que continua a prevalecer entre nós, mantida e alimentada por todos os que podendo fazer alguma coisa, nada fazem. Tomara que a ministra dos Direitos Humanos, que tão prontamente se manifestou diante dessa tragédia, continue a trabalhar incansavelmente para que todos possam, não só conhecer, mas usufruir dos direitos básicos e humanos - como, por exemplo, moradias que não sejam levadas pelas águas soterrando crianças enquanto dormem, e destruindo famílias pela dor, do mesmo jeito. Aliás, já estão trabalhando para evitar uma nova tragédia? Ou as vítimas deste ano, na mesma cidade que hoje ocupa os noticiários, já foram esquecidas? Que a mídia continue a mostrar competência para cobrar o que precisa ser feito, e não 'a engolir camelos enquanto coa mosquitos', como nos diz Jesus. Certamente o que aconteceu foi um ato monstruoso que esperamos que não se repita; e toda nossa prece solidária seja para as famílias dizimadas pela dor, mas já sabemos que tamanha tragédia foi um ato de loucura. Quanto ao mais, podemos dizer o mesmo? A expressão que uso agora é meio chula, mas pertinente: o buraco, como sempre, parece ser mais embaixo. Nas profundezas da alma humana. E que Deus se apiede de todos nós! e nos proteja das loucuras veladas e da lucidez perniciosa que nos cerca.
Amém
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