quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Canto de reconhecimento à amizade

Amigo é aquele a escutar
o que vocé náo diz.
Ouve e sente as palavras
que vocé náo ousou pronunciar.

O amigo traduz,interpreta
com generosidade
a dor silenciosa
que vocé esconde no coráção.

Amigo é porto,árvore,
refúgio,águas refrescantes.

Amigo é a estrela cadente,
a chuva de meteoros.

Mesmo no silêncio,
o amigo sabe reconhecer.
Porque a amizade é um selo invisível,
a voz dos anjos,
mensageiros de Deus.

Amigos sáo estrelas cadentes,
chuvas de meteoros,
vagalumes e girassóis...
sáo pessoas muito especiais.

Nos eclipses e nas crises da vida,
trazem a luz maior
que os girassóis reconhecem.

Se houver ausência de amigos,
sejamos amigos...
Quando a luz se esconder nas sombras,
urge buscarmos o luar.

Náo existe sombra sem luz...
Náo espere pelos amigos
que ainda náo chegaram...
Seja vocé,sem demora,
uma dádiva de amizade.
Porque há sempre alguém a necessitar de amigos.

Viva a amizade,
para que a amizade surja,
sem disfarces nem metamorfoses cruéis.

Náo espere pela amizade,
ponha-se a caminho...
para encontrá-la
e saber reconhecê-la.

Amigo é Via Láctea.
Amigo é templo,caminho,
porto e viagem...
Às vezes, é como a passagem de um cometa!

Amigos sáo pessoas especiais.
Como as roldanas
que cantam nas fontes.

(Theresa Catharina de Góes Campos)

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