Por mais que queiramos apenas falar sobre 'vaidade', sempre corremos o risco de nos tornarmos dela reféns; tão perigosa ela é - como já escrevi aqui anteriormente. Fico me perguntando se é possível uma isenção total desse sentimento em tudo que vivemos (lendo Eclesiastes, não.) De fato, chego a pensar que ela é a mãe de todos os nossos 'pecados' e delitos, afinal, se até a humildade pode por ela estar contaminada, o que dizer de tudo o mais? Tenho visto e vivido um bom quinhão da dita cuja, sobretudo nesse momento. Talvez a proporção não tenha mudado, e sim o meu olhar sobre ela; olhar que, diga-se de passagem, não é meu, é de Jesus - é do Evangelho. Minhas preces ao Espírito Santo para que não deixe de me incomodar quando Dele me desviar, estão sendo atendidas. Há alguns dias tenho me questionado sobre contendas. Sobre a 'disputa da ratio' entre nós; simples mortais cheios de defeitos a querer provar perfeição. Definitivamente isso parece não ter fim, pois o 'outro' da contenda, sente o mesmo desejo que eu. Se parássemos de fato para refletir em nossa triste e patética condição, eliminaríamos uma parcela imeeensa de dor e desgaste em nossas vidas - quiça teríamos uma 'sobrevida' adquirida pelo não consumo de energia: um bônus para ser utilizado quando amadurecermos, a fim de vivermos em paz.
Brincadeiras à parte, o que quero realmente dizer é que a vaidade é como uma droga viciante, e a consciencia de querer se privar dela pode gerar até crise de abstinência(rs). Falo sério, e falo para todos (pretensão ou vaidade?), porque já faz um tempinho que descobri que tudo que 'dá em mim', 'dá nos outros' também. A dor que dói em mim, dói no outro também, ainda que o lamento seja em outras línguas ou circunstancias diferentes, e por isso, isto.
Vou tentar não sucumbir à efervescencia de meus sentimentos e pensamentos, pois, ao abordar este assunto, desejo mesmo é falar do Evangelho; falar de Jesus, que é o mestre de nossa consciencia, e de quem recebemos a proposta mais bela para pôr fim a qualquer contenda: a proposta do perdão. E ainda que o perdão, tão sublime, se aplique a algo muito mais profundo e essencial para relacioná-lo com a frívola vaidade - que se manifesta entre nós 'num piscar de olhos', é fato ser ele o único antídoto contra a vaidade irada que se estabelece nas réplicas e tréplicas de nossos litígios, pois o desejo de 'dar a última palavra', de 'fazer a última defesa', é inesgotável. Olho por olho/dente por dente, defesa por defesa/razão por razão, e muito ódio no coração. 'Salva-me, Senhor!' E realmente só Ele para socorrer e dizer: "Aquietai-vos!" ou ainda "não sabeis de que espírito sois"? e tristemente, "quanto tempo ainda terei de sofrer-vos?"
Já faz um tempinho, também, que tento aplicar em mim a máxima do "A.A" (nunca frequentei mas sempre tive o maior respeito pela forma com a qual lidam com o vício) que é "somente por um dia." Na verdade, é uma máxima do Evangelho. É a máxima do dia chamado Hoje. É a máxima do Pai Nosso: dai-nos Hoje o pão de cada dia. Acho tudo isso muito lindo. Todos esses fiozinhos (eu e meus fiozinhos) conectados para o bem e para trazer luz sobre nós.
Faz dois dias que estou 'limpa'. Faz dois dias que peço para Jesus 'me segurar' e cortar as asas do pavão, para que ele não ataque ninguém. Não chego a ter tremores nem suor frio, mas a minha mente...como mente; tenta negociar de tudo que é jeito. Diz que é por uma boa causa, que vai fazer bem à pessoa, que ela precisa se enxergar, blá,blá,blá...mentira! tudo mentira! quero mesmo é provar que estou certa e fui injustiçada, que estou me sentindo magoada. Ferida. Eu ou minha vaidade? Pelo sim, pelo não, já trago pronta minha defesa. Se aparecer um momento oportuno... quem sabe?
Brincadeiras à parte, o que quero realmente dizer é que a vaidade é como uma droga viciante, e a consciencia de querer se privar dela pode gerar até crise de abstinência(rs). Falo sério, e falo para todos (pretensão ou vaidade?), porque já faz um tempinho que descobri que tudo que 'dá em mim', 'dá nos outros' também. A dor que dói em mim, dói no outro também, ainda que o lamento seja em outras línguas ou circunstancias diferentes, e por isso, isto.
Vou tentar não sucumbir à efervescencia de meus sentimentos e pensamentos, pois, ao abordar este assunto, desejo mesmo é falar do Evangelho; falar de Jesus, que é o mestre de nossa consciencia, e de quem recebemos a proposta mais bela para pôr fim a qualquer contenda: a proposta do perdão. E ainda que o perdão, tão sublime, se aplique a algo muito mais profundo e essencial para relacioná-lo com a frívola vaidade - que se manifesta entre nós 'num piscar de olhos', é fato ser ele o único antídoto contra a vaidade irada que se estabelece nas réplicas e tréplicas de nossos litígios, pois o desejo de 'dar a última palavra', de 'fazer a última defesa', é inesgotável. Olho por olho/dente por dente, defesa por defesa/razão por razão, e muito ódio no coração. 'Salva-me, Senhor!' E realmente só Ele para socorrer e dizer: "Aquietai-vos!" ou ainda "não sabeis de que espírito sois"? e tristemente, "quanto tempo ainda terei de sofrer-vos?"
Já faz um tempinho, também, que tento aplicar em mim a máxima do "A.A" (nunca frequentei mas sempre tive o maior respeito pela forma com a qual lidam com o vício) que é "somente por um dia." Na verdade, é uma máxima do Evangelho. É a máxima do dia chamado Hoje. É a máxima do Pai Nosso: dai-nos Hoje o pão de cada dia. Acho tudo isso muito lindo. Todos esses fiozinhos (eu e meus fiozinhos) conectados para o bem e para trazer luz sobre nós.
Faz dois dias que estou 'limpa'. Faz dois dias que peço para Jesus 'me segurar' e cortar as asas do pavão, para que ele não ataque ninguém. Não chego a ter tremores nem suor frio, mas a minha mente...como mente; tenta negociar de tudo que é jeito. Diz que é por uma boa causa, que vai fazer bem à pessoa, que ela precisa se enxergar, blá,blá,blá...mentira! tudo mentira! quero mesmo é provar que estou certa e fui injustiçada, que estou me sentindo magoada. Ferida. Eu ou minha vaidade? Pelo sim, pelo não, já trago pronta minha defesa. Se aparecer um momento oportuno... quem sabe?
Por isso, eu peço: 'Senhor, somente por um dia! Hoje eu entrego a Ti, minha vaidade'.
Afinal, é com Ele que aprendo que basta a cada dia seu próprio mal - superado somente Nele, que é o Senhor de todos os dias, e de todas as horas...
Afinal, é com Ele que aprendo que basta a cada dia seu próprio mal - superado somente Nele, que é o Senhor de todos os dias, e de todas as horas...
Aleluia!
(Bem-aventurados os que não se viciaram na droga da vaidade.)
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