domingo, 8 de agosto de 2010

Pai por um dia

É indiscutível que 'dias' de pais, mães, crianças, namorados etc e etc são o oásis dos comerciantes; mas nem por isso vamos deixar de beijar, abraçar e celebrar um pouco mais quem já amamos, pois, como bem nos disse certa Pessoa chamada Fernando 'tudo vale a pena se a alma não é pequena', e quando o que se faz, se faz com amor. Isto dito, atrevo-me a registrar aqui o que me brotou hoje no coraçao ao ouvir sobre Hebreus 11. Na verdade, quero de forma muito particular recordar quem tornou essa passagem de Hebreus tão importante, tão especialmente 'decorada' por mim - foi realmente o primeiro registro do evangelho que minha alma, encantada, acatou: "Fé é a certeza do que se espera e a firme convicção de fatos que não se vêem". Refiro-me ao pr. Caio Fábio D'Áraújo (pai) a quem tive a grata alegria de conhecer e constatar que os 'homens da Bíblia' podem habitar entre nós, sim. Podem ser reais, sim, fazendo do cotidiano uma rotina de milagres e manifestaçoes de amor e...fé! Portanto, manifesto aqui, no dia dos Pais, minha homenagem a este 'senhorzinho' de aparencia frágil, mas com uma força e beleza no Senhor que só a santa e louca poesia de Jesus é capaz de gerar no coração de um homem. Não preciso falar da lembrança histórica e afetiva de meu pai da terra, Plínio Coelho, que hoje é saudosa e naturalmente lembrado. No entanto, minha vontade foi de falar desse pai na fé que tive por um dia - por alguma horas - mas que estará para sempre ligado a uma escolha, a um enamoramento, a uma submissão em amor a Jesus que espero não cessem jamais, posto que é a minha vida e dela não pretendo abrir mão. Mas sei que fé é dom de Deus. Só Ele pode gerá-la em mim, como a própria vida, e nos fazer renascer com ela. O que posso fazer é crer Naquele que tudo pode - inclusive fazer nascer fé no meu coração, dando-me a certeza do que espero e convencendo-me de fatos que ainda não vi. É crer para ver. É viver para crer. E pela fé existir.
Amém.

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